Dr. Wilson Morikawa Jr.

Neurocirurgião Especialista no
Tratamento de Dor Crônica

Dor Crônica: o que é, por que acontece e quais tratamentos modernos existem

A dor crônica é aquela que persiste por mais de três meses, mesmo após o tratamento da causa que a originou. Diferente da dor aguda — que é um sinal de alerta — a dor crônica passa a ser uma doença por si só, com mecanismos próprios no sistema nervoso. Hoje, ela tem tratamento, mesmo nos casos mais persistentes.

Este guia foi escrito para pacientes, familiares e médicos que querem entender as opções modernas de tratamento da dor crônica — dos mais simples aos mais avançados, incluindo as tecnologias de neuromodulação que estão transformando a medicina da dor.

Em Resumo

Definição

Dor que persiste por mais de 3 meses, mesmo após cessar a causa original.

Prevalência no Brasil

Cerca de 30% da população adulta convive com algum tipo de dor crônica.

Tratamento

Multidisciplinar — medicação, fisioterapia, bloqueios, neuromodulação e cirurgia.

Quando Procurar Especialista

Quando a dor não melhora com tratamento clínico ou compromete a qualidade de vida.

Tecnologias Modernas

Neuromodulação medular, eletrodos DRG, bombas de infusão intratecal, radiofrequência.

Resultados Realistas

Em casos refratários, o objetivo é controle eficaz da dor com retorno à qualidade de vida.

O que é dor crônica e como ela se instala?

A dor é, em primeiro lugar, um sistema de proteção do corpo. Quando você queima a mão no fogão, o sinal de dor chega rápido ao cérebro para te fazer afastar a mão. Essa é a dor aguda, e ela tem um propósito claro: te proteger.

O problema começa quando esse sistema, que deveria desligar depois que a causa cessou, não desliga. As fibras nervosas continuam mandando sinais de dor mesmo quando não há mais lesão ativa. O sistema nervoso central passa a interpretar estímulos comuns — como uma toalha de banho ou uma camisa — como dolorosos. É como se o cérebro tivesse aprendido a doer.

Essa adaptação patológica do sistema nervoso é o que chamamos de sensibilização central. Ela é o mecanismo por trás da maioria dos casos de dor crônica refratária — aqueles em que os tratamentos comuns deixam de funcionar.

Saiba mais: leia o artigo completo sobre o que é dor crônica e por que ela acontece.

Quais são os Principais Tipos de Dor Crônica?

Não existe uma única dor crônica. Cada tipo tem mecanismo, prognóstico e tratamento diferentes. Reconhecer o tipo correto é o primeiro passo para o tratamento certo.

Origem da dor: Tecidual Nervosa Mista

Dor Nociceptiva

TECIDUAL

Ativação de receptores em tecidos lesionados

Causada pela ativação contínua de receptores em tecidos lesionados ou inflamados. Geralmente responde a anti-inflamatórios e tratamentos locais direcionados.

Exemplos clínicos: dor de artrose, dor pós-cirúrgica que não cicatrizou bem, dor oncológica de origem inflamatória.

Dor Neuropática

NERVOSA

Lesão ou disfunção do sistema nervoso

Causada por lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso. Frequentemente descrita como queimação, choque ou pontada. Responde mal a anti-inflamatórios comuns — exige medicação específica e procedimentos direcionados.

Exemplos clínicos: neuralgia pós-herpética, neuropatia diabética, síndrome pós-laminectomia, neuralgia do trigêmeo, síndrome de dor regional complexa (SDRC).

Dor Mista

COMBINADA

Combinação de mais de um tipo

A maioria dos pacientes apresenta combinação dos tipos acima. O reconhecimento dos diferentes mecanismos guia o plano terapêutico personalizado e multimodal.

Exemplo típico: paciente com hérnia de disco lombar pode ter componente nociceptivo (disco inflamado) e neuropático (raiz nervosa comprimida) simultaneamente.

Por que classificar importa: o tratamento eficaz da dor crônica depende da identificação correta do mecanismo. Anti-inflamatórios não funcionam bem em dor neuropática; bloqueios podem ser ineficazes se a origem é mista. A abordagem multimodal é frequentemente necessária.

Sinais de Alerta — Quando Procurar um Especialista em Dor

Avaliação especializada faz diferença real no prognóstico

Nem toda dor crônica precisa de neurocirurgião — a maioria dos casos é manejada bem por clínica geral, ortopedia e fisioterapia. Mas alguns sinais indicam que a avaliação especializada faz diferença real no prognóstico:

Dor há mais de 3 meses, mesmo com tratamento clínico adequado

Vários tratamentos sem sucesso duradouro — dor sempre retorna

Impacto significativo no sono, trabalho, humor ou vida social

Doses crescentes de medicação ou efeitos colaterais limitantes

Sensação de "refém da dor" — planejando o dia em função dela

Necessidade de teleconsulta para revisão de plano e segunda opinião

Atenção — Sinais que Exigem Urgência

Procure atendimento o quanto antes se apresentar:

Perda de força em braço ou perna

Alterações urinárias ou intestinais

Perda de peso inexplicada com dor noturna

Febre persistente associada à dor

Esses sinais podem indicar causas estruturais graves (compressão medular, infecção, tumor) que exigem investigação imediata.

Está com algum desses sinais?

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Para entender quais profissionais cuidam de dor crônica: O que faz um especialista em Dor →

Como é feito o diagnóstico da dor crônica?

O diagnóstico da dor crônica é predominantemente clínico — feito a partir de uma anamnese detalhada e exame físico cuidadoso. Os exames de imagem (ressonância, tomografia, raio-x) servem para confirmar causas estruturais e descartar diagnósticos diferenciais, mas raramente são suficientes sozinhos.

Em uma primeira consulta com o neurocirurgião especialista em dor, o que é avaliado:

  • História da dor: quando começou, como evoluiu, o que melhora e piora
  • Caracterização: queimação, pontada, peso, choque (cada tipo aponta para um mecanismo diferente)
  • Intensidade ao longo do dia e do mês
  • Impacto na funcionalidade — sono, trabalho, atividade física, vida social
  • Tratamentos já tentados e resposta a cada um
  • Exame neurológico completo — força, sensibilidade, reflexos
  • Avaliação de comorbidades — diabetes, ansiedade, depressão, transtorno do sono

Tratamentos Disponíveis — Do Conservador ao Mais Avançado

O tratamento da dor crônica segue uma escalada lógica — começa pelo menos invasivo e progride conforme a resposta. Nenhum tratamento é "melhor" que outro em absoluto: o que importa é o tratamento certo para cada paciente, no momento certo.

Invasividade: Não invasivo Minimamente invasivo Cirúrgico

Medicação Oral

NÃO INVASIVO

Primeira linha terapêutica

Analgésicos, anti-inflamatórios, neuromoduladores e antidepressivos em doses específicas para dor. Importante atenção aos efeitos colaterais sistêmicos em uso prolongado.

Quando indicar
Dor leve a moderada
Duração
Enquanto necessário

Observação: não substitui o tratamento da causa.

Fisioterapia

NÃO INVASIVO

Base de qualquer tratamento

Reeducação muscular, mobilidade, fortalecimento e estratégias de dessensibilização. Essencial em qualquer plano terapêutico — atua de forma sinérgica com outros tratamentos.

Quando indicar
Todos os casos
Duração
Contínua

Observação: sucesso depende da continuidade.

Bloqueios

MINIMAMENTE INVASIVO

Anestésico + corticoide guiado por imagem

Aplicação guiada de medicação em ponto específico do trajeto da dor. Útil também como teste diagnóstico — se o bloqueio alivia, confirma o gerador da dor.

Quando indicar
Dor localizada
Duração
Semanas a meses

Observação: pode ser repetido em séries.

Radiofrequência

MINIMAMENTE INVASIVO

Lesão controlada por calor

Lesão controlada por calor dos ramos nervosos responsáveis pela dor. Procedimento ambulatorial com alívio duradouro. Muito utilizada em dor facetária crônica.

Quando indicar
Dor facetária
Duração
6 a 12 meses

Observação: ambulatorial, retorno rápido.

Neuromodulação

TECNOLOGIA DE PONTA

Cirurgia minimamente invasiva

Implante de eletrodos epidurais conectados a neuroestimulador, modulando a transmissão da dor. Não destrói tecido nervoso, é reversível e ajustável. Teste prévio confirma a eficácia.

Quando indicar
Dor refratária
Duração
Anos (bateria)

Observação: reversível e altamente individualizado.

Bomba de Infusão

CIRÚRGICO

Liberação intratecal de medicação

Libera medicação diretamente no líquor — doses muito menores que via oral, com eficácia superior e menos efeitos sistêmicos. Casos de dor oncológica refratária e espasticidade grave.

Quando indicar
Casos selecionados
Duração
Anos

Observação: recarga periódica via punção.

A escolha do tratamento é individualizada. O mesmo tipo de dor pode exigir abordagens diferentes em função da idade, comorbidades, resposta a tratamentos anteriores e preferências do paciente. Aprofunde: chips x bombas de medicamento →

Neuromodulação — Como Funciona e Quando Indicar

Tecnologia de Ponta

A neuromodulação é uma das tecnologias mais transformadoras da medicina da dor nas últimas décadas. O conceito é simples: usar estímulos elétricos controlados para alterar a forma como o sistema nervoso processa os sinais de dor.

Reversível

Sim

Ajustável

Externamente

Bateria

10+ anos

Como Funciona

Um pequeno eletrodo é implantado próximo aos nervos ou à medula espinhal, conectado a um gerador semelhante a um marca-passo colocado sob a pele.

O dispositivo emite estímulos elétricos imperceptíveis (ou em forma de leve formigamento) que bloqueiam ou modulam o sinal de dor antes que ele chegue ao cérebro. Antes do implante definitivo, um teste prévio com eletrodo externo confirma a eficácia em cada caso.

Quando a Neuromodulação é Indicada

As 7 indicações principais estabelecidas pela literatura científica e diretrizes internacionais:

Dor crônica refratária

Após falha do tratamento clínico adequado.

Síndrome pós-laminectomia

Dor que persiste após cirurgia de coluna.

Neuropatia diabética dolorosa

Membros inferiores com dor neuropática.

Neuralgia pós-herpética

Dor refratária após herpes zóster.

Síndrome de dor regional complexa

SDRC / Distrofia simpático-reflexa.

Dor neuropática de membros

Crônica e refratária.

Dor pélvica crônica selecionada

Neuralgia do pudendo, endometriose refratária.

Evoluções da Neuromodulação

Além da estimulação medular tradicional, outras técnicas ampliam o leque terapêutico:

Eletrodos DRG

EVOLUÇÃO RECENTE

Gânglio da Raiz Dorsal

Eletrodos posicionados em ponto específico do nervo (gânglio da raiz dorsal), permitindo modulação muito mais seletiva. Especialmente úteis em dor neuropática localizada — pé, joelho, virilha — onde a estimulação medular tradicional tem resposta menor.

Saiba mais sobre eletrodos DRG →

Bombas de Infusão

CASOS SELECIONADOS

Liberação intratecal de medicação

Bomba implantada que libera medicação diretamente no líquor (líquido que envolve a medula). Doses muito menores que via oral, com eficácia superior e menos efeitos sistêmicos. Indicada para dor oncológica refratária e espasticidade grave.

Neuromodulação: o que é e quando considerar →

Dor Crônica em Casos Especiais

Algumas condições exigem abordagem específica e técnicas especializadas. Conheça os 4 contextos clínicos em que a neuromodulação e procedimentos avançados fazem maior diferença:

Dor Oncológica

ONCOLOGIA

Pacientes com câncer podem desenvolver dor crônica relacionada ao tumor, ao tratamento ou a cirurgias prévias. Em casos avançados, técnicas como bloqueios neurolíticos, neuromodulação e bombas de infusão fazem grande diferença na qualidade de vida.

Técnicas avançadas: bloqueios neurolíticos, bombas intratecais, neuromodulação medular.

Dor Pélvica Crônica

PÉLVICA

Inclui condições como endometriose refratária, neuralgia do pudendo, cistite intersticial e síndromes pós-operatórias da pelve. A neuromodulação sacral e os eletrodos DRG mudaram o prognóstico desses pacientes.

Dor Neuropática Facial

FACIAL

A neuralgia do trigêmeo é uma das dores mais intensas que existem — descrita como choques elétricos repentinos na face. Casos refratários ao tratamento medicamentoso se beneficiam de procedimentos cirúrgicos específicos.

Dor Pós-Cirúrgica Persistente

PÓS-CIRÚRGICA

A síndrome pós-laminectomia é o quadro de dor crônica que persiste após cirurgia da coluna. Pode ocorrer também após cirurgias inguinal, torácica e abdominal — todas com manejo especializado próprio.

Quando é a Hora de Procedimento Invasivo?

A indicação de procedimento invasivo não é uma questão de tempo — é uma questão de resposta ao tratamento. Os 6 critérios mais usados na decisão clínica:

1

Falha de pelo menos 2 esquemas medicamentosos diferentes em doses e tempo adequados.

2

Necessidade crescente de medicação ao longo do tempo (escalonamento de doses).

3

Efeitos colaterais limitantes da medicação que controla a dor.

4

Impacto significativo na funcionalidade — sono, trabalho, atividade física, vida social.

5

Identificação clara da estrutura geradora da dor em exames clínico-radiológicos.

6

Paciente motivado com expectativas alinhadas ao resultado realista.

Diferencial técnico

Teste Prévio Antes do Implante Definitivo

A neuromodulação é geralmente testada com um eletrodo provisório por 5 a 7 dias antes do implante definitivo. O paciente experimenta a tecnologia no seu dia a dia, avalia a redução real da dor e só então decide pelo implante permanente. Essa segurança é única entre os tratamentos cirúrgicos da dor crônica — só implanta quem comprovou benefício.

Vivendo com Dor Crônica — O Tratamento é Multidisciplinar

Os melhores resultados vêm da combinação coordenada de intervenções. Nenhuma abordagem isolada substitui a outra — a sinergia entre as 6 frentes abaixo define o sucesso a longo prazo:

Pilar 1

Tratamento Médico Especializado

Diagnóstico preciso, plano individualizado e acompanhamento contínuo.

Pilar 2

Fisioterapia Individualizada

Reeducação muscular, mobilidade e estratégias de dessensibilização.

Pilar 3

Apoio Psicológico

Manejo de ansiedade, depressão e estratégias de enfrentamento.

Pilar 4

Higiene do Sono

Sono restaurador é peça central na regulação central da dor.

Pilar 5

Atividade Física Adaptada

Movimento orientado dessensibiliza o sistema nervoso central.

Pilar 6

Educação sobre Dor

Entender a dor reduz o medo e melhora o resultado terapêutico.

Princípio multidisciplinar: em dor crônica, os melhores resultados aparecem quando esses 6 pilares são coordenados entre si. A neuromodulação e os procedimentos cirúrgicos potencializam essa abordagem — mas não substituem nenhum dos pilares.

Perguntas Frequentes sobre Dor Crônica

Respostas diretas às dúvidas mais comuns de pacientes que convivem com dor crônica e seus familiares — sem rodeios técnicos.

Dor crônica tem cura?
Em muitos casos, sim. Em outros, o objetivo é controlar a dor para que o paciente tenha qualidade de vida — o que também é um resultado excelente. Mesmo casos refratários a anos de tratamento podem responder a abordagens modernas como a neuromodulação. O importante é a avaliação especializada e individualização do plano terapêutico.
Quem trata dor crônica: neurologista, neurocirurgião ou ortopedista?
Depende da causa. Para dor de origem neurológica e candidatos à neuromodulação ou cirurgia, o neurocirurgião funcional é o profissional indicado. Em muitos casos a abordagem é em equipe — neurologistas, neurocirurgiões, ortopedistas, anestesiologistas da dor, fisiatras e fisioterapeutas trabalham em conjunto.
A neuromodulação é segura?
Sim. É uma técnica consolidada há décadas, com milhões de pacientes implantados em todo o mundo. Os riscos existem (como em qualquer procedimento cirúrgico), mas são baixos quando feita por equipe experiente. Um diferencial importante: o procedimento é reversível — se não funcionar bem, o dispositivo pode ser retirado.
Quanto tempo dura o tratamento com chip para dor?
Os dispositivos modernos têm bateria recarregável e podem durar 10 anos ou mais. Após esse período, é trocado apenas o gerador (procedimento simples e ambulatorial), mantendo-se os eletrodos já implantados. Os eletrodos costumam durar muito mais tempo.
O plano de saúde cobre neuromodulação?
Sim. É um procedimento previsto pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e coberto pela maioria dos planos para indicações reconhecidas. A autorização exige laudo médico detalhado justificando a indicação clínica. O escritório auxilia no preparo da documentação necessária para o convênio.
Toda hérnia de disco causa dor crônica?
Não. Mais de 90% dos casos de hérnia de disco melhoram com tratamento conservador. Apenas uma pequena parcela evolui para dor crônica que justifica cirurgia. Para entender melhor quando operar, leia Hérnia de disco lombar: quando operar?
Posso tomar anti-inflamatório o tempo todo?
Não. Anti-inflamatórios em uso contínuo aumentam o risco de problemas gastrointestinais, renais e cardiovasculares. Em dor crônica, o objetivo é justamente reduzir a dependência desses medicamentos por meio de tratamentos mais específicos e direcionados ao mecanismo da dor.
Atividade física piora a dor crônica?
Quase sempre o contrário. O movimento adequado, supervisionado por fisioterapeuta, ajuda a dessensibilizar o sistema nervoso e melhora a dor a médio prazo. Sedentarismo prolongado piora quase todos os tipos de dor crônica. O segredo é a progressão gradual e individualizada — começar pequeno e aumentar conforme tolerância.
Dr. Wilson Morikawa Jr. - Especialista em Medicina da Dor em São Paulo

Tratamento Especializado

Dor Crônica
em São Paulo

Dr. Wilson Morikawa Jr. — Especialista em Medicina da Dor
CRM-SP 163.410  ·  RQE 101.438

Avaliação especializada para identificar a causa exata da sua dor, descartar diagnósticos diferenciais e construir um plano de tratamento individualizado — do conservador às técnicas avançadas de neuromodulação medular, eletrodos DRG e bombas de infusão intratecal.

Formação: Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · Residência em Neurocirurgia na Santa Casa de Misericórdia · Especialização em Neurocirurgia Funcional · Estágio em Neurooncologia na Universidade de Tsukuba (Japão) · Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN).

Procedimentos — Hospitais Credenciados

Hospital Sírio-Libanês  ·  Hospital Albert Einstein  ·  Hospital Samaritano  ·  Hospital São Luiz

Agende sua avaliação especializada:

Consultório

Rua Cristiano Viana, 401
Conjunto 209 — Pinheiros
São Paulo / SP

Atendimento

Segunda a Sexta
08h00 às 20h00

Modalidades

Consulta presencial
Teleconsulta disponível

Neuromodulação da Dor

A dor crônica é uma condição caracterizada por dor persistente que dura por mais de três meses. Pode ser causada por uma variedade de condições, incluindo lesões, doenças inflamatórias e doenças neurológicas.

Neuralgia pós-herpética é a condição em que há a ocorrência de dor crônica após a infecção pelo vírus Hérpes Zooster. Dr Wilson Morikawa

Neuralgia Pós-Herpética

A neuralgia pós-herpética é a condição em que há a ocorrência de dor crônica, persistente e debilitante no trajeto do nervo que foi acometido pela infecção viral.

Neuralgia do Pudendo é uma condição dolorosa caracterizada por dor na região genital, dor no períneo, dor perianal e dor pélvica. Dr Wilson Morikawa

Síndrome Pós Laminectomia

A Síndrome pós laminectomia (tambem conhecida como Fail Back Surgery Syndrome) é um grupo de condições em que os pacientes apresentam dor lombar ou dor nas pernas após um procedimento cirúrgico na coluna.

Neuropatia Diabética é uma doença em que ocorre a lesão neuronal secundário a exposição prolongada de altos níveis de glicose no sangue. Dr Wilson Morikawa

Neuropatia Diabética

A neuropatia diabética é uma doença em que ocorre a lesão neuronal secundário a exposição prolongada de altos níveis de glicose no sangue.

Síndrome Complexa Regional

A dor crônica é uma condição caracterizada por dor persistente que dura por mais de três meses. Pode ser causada por uma variedade de condições, incluindo lesões, doenças inflamatórias e doenças neurológicas.

Dr. Wilson Morikawa Jr.

Dr. Wilson Morikawa Jr.

Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo com residência médica em Neurocirurgia na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e especialização em Neurocirurgia Funcional, voltado no tratamento de Distúrbios do Movimento (como na Doença de Parkinson, Distonia e Tremor Essêncial), tratamento da Dor Crônica e Espasticidade.

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