Dr. Wilson Morikawa Jr.

Neurocirurgião Especialista no
Tratamento de Neuropatia Diabética

O que é neuropatia diabética?

A neuropatia diabética é uma doença em que ocorre a lesão neuronal secundário a exposição prolongada de altos níveis de glicose no sangue. O mecanismo de patogêneses ainda não é completamente conhecido, porém o que se sabe é que o principal fator de proteção é o controle adequado da glicemia (concentração de açúcar no sangue). Os principais fatores de risco para ter a neuropatia diabética são: a idade avançada e o tempo de doença mal controlada.

Por que ocorre a neuropatia diabética?

A fisiopatologia ainda não é completamente conhecida, porém o que se sabe é que a exposição prolongada aos altos níveis de açúcar no sangue altera as microvasculatura dos nervos, associado a eventos autoimunes e alterações metabólicas no microambiente neural e isso cursa com lesões crônicas do sistema nervoso periférico.

Qual o quadro clínico da neuropatia diabética?

A apresentação clínica principal é o acometimento de múltiplos nervos nos pés e nas mãos de forma simétrica. A lesão dos nervos altera a percepção da sensibilidade causando múltiplos traumas nas extremidades e podendo necessitar de amputações com o tempo. A lesão dos nervos também influem no controle do sistema autônomo podendo alterar a temperatura, os pelos e a coloração das mãos e dos pés. Outro sintoma importante é a presença de dor neuropática nas regiões afetadas.

A dor ocorre em aproximadamente um terço dos pacientes e tem como característica a presença de queimação, choques elétricos, dor pelo frio, entorpecimento e formigamento.

Características da dor são::

O principal tratamento é o controle adequado da glicemia do paciente afim de evitar a progressão da doença e reabilitar lesões já existentes e a terapia medicamentosa com analgésicos. As sociedades americanas e europeia recomendam inicialmente o uso de antidepressivos, anticonvulsivantes e opioides em seus guidelines.

Nos casos em que a dor se mantém refratária à terapia medicamentosa otimizada, o uso de neuroestimuladores podem ser uma opção. A neuroestimulação é realizada com o implante de eletrodos de estimulação medular ou estimulação de nervos periféricos que se utilizam de corrente elétrica para modular a entrada da dor no sistema nervoso central. É uma inovação tecnológica que apresenta bons resultados no controle da dor, além de ser segura e com baixas complicações.

Caso você tenha dor neuropática secundária a diabetes agende uma consulta.

Dr. Wilson Morikawa Jr.

Dr. Wilson Morikawa Jr.

Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo com residência médica em Neurocirurgia na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e especialização em Neurocirurgia Funcional, voltado no tratamento de Distúrbios do Movimento (como na Doença de Parkinson, Distonia e Tremor Essêncial), tratamento da Dor Crônica e Espasticidade.

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