Dr. Wilson Morikawa Jr.

Cuidados pré-operatórios para a Cirurgia de Parkinson

Cuidados pré-operatórios para a Cirurgia de Parkinson consistem em um passo fundamental para o sucesso do procedimento cirúrgico. Dr Wilson Morikawa

Cuidados pré-operatórios para a Cirurgia de Parkinson

Doença de Parkinson

Cuidados pré-operatórios para a cirurgia de Parkinson

Os cuidados pré-operatórios para a cirurgia da doença de Parkinson consistem em um passo fundamental para o sucesso do procedimento cirúrgico. Entender cada etapa e realizá-las de forma correta irá tornar a ansiedade e os receios relacionados ao procedimento cirúrgico algo mais natural. Desta forma, você estará mais confiante e tranquilo para o dia da cirurgia.

Aqui estão contidas as informações gerais sobre os cuidados operatórios necessários para a cirurgia de coluna. Se houver alguma dúvida, por favor entrar em contato com a equipe
Todas as informações aqui contidas fazem parte, exclusivamente, das orientações cirúrgicas da equipe do Dr. Wilson Shiyoiti Morikawa Junior (CRM: 163410/ RQE: 101438).

Exames pré-operatórios e avaliação cardiológica

Previamente a qualquer procedimento cirúrgico é necessário realizar um pequeno check-up para avaliar possíveis distúrbios ou doenças que podem estar “escondidas”. O conhecimento de alterações cardiológicas ou sistêmicas é essencial para avaliar se é seguro a realização do procedimento cirúrgico e evitar possíveis complicações anestésicas ou durante o pós-operatório. Desta forma, é fundamental a realização dos exames solicitados e a avaliação de um cardiologista de confiança do paciente.

Cuidado tópico

Um passo importante para evitar problemas de infecção cirúrgica é a descolonização da pele. Uma das principais complicações de um procedimento cirúrgico é a infecção cirúrgica por bactérias que colonizam a pele. Desta forma, o Dr. Wilson preconiza o uso de um sabonete de Clorexidina por 3 dias antes do procedimento cirúrgico. O sabão deve ser aplicado pelo corpo e principalmente nas mãos, pés e no local da cirurgia.

Quais medicamentos que devem ser suspensos antes da cirurgia?

Uma das principais dúvidas durante a consulta médica com o Dr. Wilson é o que levar para o hospital. Visando esta grande dúvida e para melhorar a estadia após a cirurgia criamos um checklist com o que acreditamos ser necessário.

O que levar na mala para o Hospital?

Uma das principais dúvidas durante a consulta médica com o Dr. Wilson é o que levar para o hospital. Visando esta grande dúvida e para melhorar a estadia após a cirurgia criamos um checklist com o que acreditamos ser necessário.
Observação importante: O exame de ressonância magnética com o protocolo para cirurgia estereotáxica de implante de eletrodo cerebral profundo solicitado pelo Dr. Wilson deve ser entregue no consultório médico previamente ao dia da cirurgia, de preferência com 1 semana de antecedência.

Quanto tempo de Jejum e quando devo internar?

No dia da cirurgia você deve internar 03 horas antes do horário agendado para o procedimento cirúrgico. Será necessário a realização da internação no setor específico do hospital e você será encaminhada para o quarto ou o setor pré-cirúrgico. É necessário jejum de 8 horas para a realização do procedimento.

Saiba mais sobre a cirurgia da doença de Parkinson. Clique aqui.

 

Esperamos que o artigo tenha ajudado. No entanto, caso ainda tenha alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato. Nossa equipe está à sua disposição!

Tags: Cirurgia de Parkinson, pré-operatório cirurgia de Parkinson, cirurgia mal de Parkinson, cuidados pré-operatório

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Dr. Wilson Morikawa Jr.

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Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo com residência médica em Neurocirurgia na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e especialização em Neurocirurgia Funcional, voltado no tratamento de Distúrbios do Movimento (como na Doença de Parkinson, Distonia e Tremor Essêncial), tratamento da Dor Crônica e Espasticidade.

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Cuidados pré-operatórios para a Cirurgia de Coluna

Cuidados pré-operatórios para a Cirurgia de Coluna consistem em um passo fundamental para o sucesso do procedimento cirúrgico. Dr Wilson Morikawa

Cuidados pré-operatórios para a Cirurgia de Coluna

Doenças da Coluna

Cuidados pré-operatórios para a cirurgia de coluna

Os cuidados pré-operatórios consistem em um passo fundamental para o sucesso do procedimento cirúrgico. Entender cada etapa e realizá-las de forma correta irá tornar a ansiedade e os receios relacionados ao procedimento cirúrgico algo mais natural. Desta forma, voce estará mais confiante e tranquilo para o dia da cirurgia.
Aqui estão contidas as informações gerais sobre os cuidados operatórios necessários para a cirurgia de coluna. Se houver alguma dúvida, por favor entrar em contato com a equipe.
Todas as informações aqui contidas fazem parte, exclusivamente, das orientações cirúrgicas da equipe do Dr. Wilson Shiyoiti Morikawa Junior (CRM: 163410/ RQE: 101438).

Exames pré-operatórios e avaliação cardiológica

Previamente a qualquer procedimento cirúrgico é necessário realizar um pequeno check-up para avaliar possíveis distúrbios ou doenças que podem estar “escondidas”. O conhecimento de alterações cardiológicas ou sistêmicas é essencial para avaliar se é seguro a realização do procedimento cirúrgico e evitar possíveis complicações anestésicas ou durante o pós-operatório. Desta forma, é fundamental a realização dos exames solicitados e a avaliação de um cardiologista de confiança do paciente.

Cuidado tópico

Um passo importante para evitar problemas de infecção cirúrgica é a descolonização da pele. Uma das principais complicações de um procedimento cirúrgico é a infecção cirúrgica por bactérias que colonizam a pele. Desta forma, o Dr. Wilson preconiza o uso de um sabonete de Clorexidina por 3 dias antes do procedimento cirúrgico. O sabão deve ser aplicado pelo corpo e principalmente nas mãos, pés e no local da cirurgia.

Quais medicamentos que devem ser suspensos antes da cirurgia?

Uma das principais causas de cancelamento de um procedimento cirúrgico é devido o uso de medicamentos que deveriam ter sido suspensos previamente à cirurgia. Para não adiar esse momento importante avisar quanto ao uso de medicamentos como anticoagulantes (Ex: Marevan, Xarelto, Clexane), antiagregantes plaquetários (Ex: AAS ou ácido acectil salicílico, Aspirina infantil, Clopidogrel), medicamentos para diabetes ou emagrecimento (Ex: Osempic – semaglutida, Rybelsus – semaglutida oral, Saxenda – liraglutida, Victosa – liraglutida, Trulicity – dulaglutida, Xultophy – liraglutida). Caso tenha alguma dúvida entre em contato com a equipe para esclarecê-las.

O que levar na mala para o Hospital?

Uma das principais dúvidas durante a consulta médica com o Dr. Wilson é o que levar para o hospital. Visando esta grande dúvida e para melhorar a estadia após a cirurgia criamos um checklist com o que acreditamos ser necessário.

Quanto tempo de Jejum e quando devo internar?

No dia da cirurgia você deve internar 03 horas antes do horário agendado para o procedimento cirúrgico. Será necessário a realização da internação no setor específico do hospital e você será encaminhada para o quarto ou o setor pré-cirúrgico. È necessário jejum de 8 horas para a realização do procedimento.

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Diabetes e Doença de Parkinson

Diabetes e Doença de Parkinson

Doença de Parkinson

As pessoas que desenvolvem Diabetes tipo 2 entre 25 e 45 anos têm mais de 400% de chances de sofrerem com o Parkinson no futuro. Esta informação vem sendo confirmada por diversos estudos clínicos realizados pelo mundo. Um deles é o trabalho publicado no Journal of Parkinson’s Disease em 2020, “A Associação entre a Diabetes e a Doença de Parkinson” (J.L.Y. Cheong et al. / The Association Between T2DM and PD).

Qual a relação entre a Diabetes e a Doença de Parkinson?

A Diabetes tipo 2, que corresponde a 90% dos casos de Diabetes Mellitus, tem como consequência a Glicação. Este é o processo no qual os altos níveis de açúcar danificam aminoácidos que compõem a estrutura celular. Desta forma, as células têm seu processo de envelhecimento acelerado.
Mas diferente das demais células do corpo humano, que são capazes de obter energia também por outros meios, os neurônios são quase totalmente dependentes da glicose. Sendo assim, quando há uma desregulação no controle do uso de glicose por parte da insulina, as células cerebrais podem ser afetadas. Por isso, a Diabetes pode estar associada ao avanço de doenças neurológicas como o Mal de Parkinson.

O que acontece quando um paciente tem Parkinson e Diabetes?

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Parkinson acomete cerca de 1% da população mundial acima de 65 anos. Responsável por afetar a área do cérebro conhecida como substância negra, a doença prejudica a produção de dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle motor do corpo humano.
Por isso, os sintomas mais comuns são:
Além disso, pesquisadores da Universidade de Yale identificaram que o Mal de Parkinson, quando combinado com a Diabetes Tipo 2, avança ainda mais agressivamente, de forma que, um portador das duas doenças está mais propenso a perder sua independência e enfrentar quadros severos de depressão, o que termina por comprometer sua qualidade de vida.

Todo portador de Diabetes Tipo 2 desenvolverá Doença de Parkinson?

Em outro artigo publicado no Journal of Parkinson’s Disease, cientistas da Universidade NOVA de Lisboa afirmam que pacientes diabéticos com idades entre 25 e 45 anos têm uma possibilidade aumentada de desenvolver o Parkinson em 400%.
Considerando que apenas 10% dos casos apurados apresentam uma predisposição genética, os fatores não genéticos tornam-se de suma importância para o diagnóstico do Mal de Parkinson e para os estudos acerca do controle da doença.
Outros fatores de risco para a Doença de Parkinson:

Quais outras relações existem entre a Diabetes e o Parkinson?

As células cerebrais não se regeneram e, por isso, não existe cura para a Doença de Parkinson. No entanto, alguns medicamentos são capazes de retardar a neurodegeneração e controlar os sintomas motores. E, curiosamente, alguns desses fármacos também são utilizados no tratamento da Diabetes.

O Instituto de Neurologia da University College London, por exemplo, realizou um teste com 60 portadores de Parkinson. Estes, foram medicados semanalmente com Exenatida, amplamente utilizada como tratamento complementar da Diabetes tipo 2, e tiveram seus sintomas significativamente atenuados. Redução de tremor e maior capacidade de equilíbrio foram apenas alguns deles. Precisar de forma exata a relação entre as duas doenças, porém, ainda é um grande desafio.

Se quiser saber mais sobre a doença de Parkinson entre em nosso artigo completo aqui.

Esperamos que o artigo tenha ajudado. Caso tenha mais dúvidas entre em contato conosco.

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Atividade Física e Doença de Parkinson

Atividade física e doença de Parkinson. Saiba mais sobre os benefícios que a atividade física pode exercer na prevenção. Dr Wilson Morikawa

Atividade Física e Doença de Parkinson

Doença de Parkinson

Quem tem Doença de Parkinson pode realizar atividade física?

A Doença de Parkinson é uma das principais causas neurológicas não traumáticas relacionada a perda da mobilidade e acometimento das atividades de vida diária. Porém, apesar de limitar de forma significativa os movimentos do paciente, a realização de atividade física é importante na reabilitação e controle da doença. Diversas revisões cientificas demonstram que a realização de atividade física está associada a diversos benefícios dificultando a progressão da doença e melhorando a qualidade de vida dos pacientes com esta doença.

Estudos demonstram que a realização de atividade física aeróbica regular reduz a atrofia cerebral global com melhora cognitiva. Foi observado que a realização de exercício físico não reverte a degeneração neuronal decorrente da doença de Parkinson, porém os indivíduos que realizam a atividade física de forma regular tendem a atenuar as alterações estruturais do córtex cerebral comumente encontrado nesta doença neurodegenerativa.

Outra evidencia encontrada nos estudos com ressonância magnética funcional demonstram que a realização da atividade aeróbica está associada ao aumento da conexão principalmente entre os córtex pré-frontal dorsolateral direito e o córtex frontoparietal direito, melhorando a disposição e reduzindo o cansaço relacionados ao Parkinson. Além disso, estudos demonstram que a atividade aeróbica estimula estrutural e funcionalmente a neuroplasticidade motora e cognitiva na Doença de Parkinson.

Caso tenha mais dúvidas agende uma consulta ou entre em contato nos canais de atendimento e deixe o seu comentário.

Saiba mais sobre a cirurgia da doença de Parkinson. Clique aqui.

Tags:  parkinson, mal de parkinson, doença de parkinson, problemas de mobilidade 

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O que é Parkinson Plus?

Parkinson Plus, é um conjunto de doenças neurodegenerativos com sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson. Dr Wilson Morikawa

O que é Parkinson Plus?

Doença de Parkinson

O que é Parkinson Plus?

Parkinson plus é um conjunto de doenças neurodegenerativos que se caracterizam por sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson, por isso também são chamadas de Parkinson atípico ou Parkinson Like. Esses sintomas incluem tremor, rigidez muscular, dificuldade de movimento, dificuldade de equilíbrio e coordenação. No entanto, os pacientes com esses transtornos geralmente também apresentam outros sintomas que não estão presentes na doença de Parkinson, como demência de rápida evolução, transtornos da motricidade ocular e problemas com a fala.

Os transtornos neurodegenerativos que são classificados como “Parkinson plus” incluem a atrofia de múltiplos sistemas, a demência por corpos de Lewy, a degeneração cortico-basal e a paralisia supranuclear progressiva (PSP).

A demência por corpos de Lewy é uma condição semelhante que se caracterizam por aglomerados anormais de proteínas no córtex cerebral, no interior do mesencéfalo e no tronco cerebral. Esta demência é caracterizada pelo rápido declínio cognitivo com comprometimento funcional importante associado a sintomas parkinsonianos.

A degeneração córtico-basal é uma doença rara que afeta as áreas do cérebro que controlam o movimento, a fala e a capacidade de se comunicar. Os sintomas incluem tremores, rigidez muscular, problemas de fala e dificuldade para se comunicar e escrever.

A Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP) é outra doença neurodegenerativa que além de apresentar sintomas parkinsonianos também evolui com alteração de controle do equilíbrio e dos movimentos oculares, além de causar dificuldade para falar e deglutição.

Ressonancia magnética psp
No geral, esses transtornos são pouco comuns e são tratados de maneira semelhante à doença de Parkinson, com medicamentos para controlar os sintomas. No entanto, devido aos sintomas adicionais e ao curso rápido da doença, os pacientes apresentam uma limitação funcional mais precoce. Uma das principais características que diferenciam o Parkinson atípico da doença de Parkinson é a resposta frusta com a terapia medicamentosa utilizando a levodopa.

Devido à similaridade entres as diferentes doenças, o acompanhamento com um neurologista especializado é fundamental para o diagnóstico e tratamento desses transtornos.

Saiba mais sobre a Doença de Parkinson. Clique aqui.

Tags: Parkinson Plus, Síndrome de Parkinson Like, Doença de Parkinson

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O que é Neuralgia pós-herpética?

Neuralgia pós-herpética é a condição em que há a ocorrência de dor crônica após a infecção pelo vírus Hérpes Zooster. Dr Wilson Morikawa

O que é Neuralgia pós-herpética?

Neuralgia

O que é Neuralgia pós-herpética?

A neuralgia pós-herpética é a condição em que há a ocorrência de dor crônica, persistente e debilitante no trajeto do nervo que foi acometido pela infecção viral. Usualmente a dor tem como característica ser lancinante, associado a grande sofrimento do paciente, com alteração da sensibilidade da pele, podendo ter coceira ou ser semelhante a uma “facada” alem de ser comum o paciente apresentar lesões de pele cicatrizadas no mesmo local da dor devido o quadro infeccioso da herpes.

Características da dor na neuralgia pós-herpética

  • Dor em pontada ou “facada”
  • Lancinante
  • Alteração de sensibilidade para o tato, temperatura
  • Alodínea
  • Hiperalgesia
  • Alterações cutâneas associadas

Quais os fatores de risco para neuralgia pós-herpética?

Normalmente, os pacientes que apresentam o quadro de infecção viral pelo Herpes Zooster com resolução em até 3 meses possuem um risco baixo de desenvolver a dor da neuralgia pós-herpética. A não resolução do quadro infeccioso após 3 meses é um dos principais fatores de risco para desenvolver esta síndrome álgica crônica. Outro fator de risco importante para o desenvolvimento deste tipo de dor é a idade maior do que 60 anos, uma vez que estudos demonstram que a dor por neuralgia pós-herpética ocorre em 20% dos casos de hérpes zooster e destes 80% ocorrem em pacientes com mais de 60 anos.

Como se trata a dor por neuralgia pós-herpética?

O tratamento de escolha inicial é com o uso da terapia medicamentosa. Os medicamentos recomendados por diversas entidades médicas, como a European Federation of Neurological Societe, são medicamentos antidepressivos e anticonvulsivantes, associado a opioides como tramadol e patchs de capsaicina e lidocaína.

Nos casos em que o quadro álgico é refratário a terapia medicamentosa os procedimentos invasivos são a terapia de escolha. Dentre as possibilidades terapêuticas estão a infiltração dos nervos doentes, a rizotomia pulsada e as técnicas de neuromodulação com pequenos eletrodos implantados na coluna ou nos nervos. Cada uma das técnicas tem benefícios e podem ser utilizadas conjuntamente para atingir o melhor resultado no controle da dor.

Se você tem dor crônica pela neuralgia pós-herpética consulte um médico especialista em dor ou entre em contato para mais informações 

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Alodínea,Dor em pontada ou “facada”,Hiperalgesia,Lancinante,Neuralgia,Neuralgia pós-herpética
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O que é Neuropatia Diabética?

Neuropatia Diabética é uma doença em que ocorre a lesão neuronal secundário a exposição prolongada de altos níveis de glicose no sangue. Dr Wilson Morikawa

O que é Neuropatia Diabética?

Neuropatia

O que é neuropatia diabética?

A neuropatia diabética é uma doença em que ocorre a lesão neuronal secundário a exposição prolongada de altos níveis de glicose no sangue. O mecanismo de patogêneses deste tipo de neuropatia ainda não é completamente conhecido, porém o que se sabe é que o principal fator de proteção é o controle adequado da glicemia (concentração de açúcar no sangue). Os principais fatores de risco para ter a neuropatia diabética é a idade avançada e o tempo de doença mal controlada.

Por que ocorre a neuropatia diabética?

A fisiopatologia deste tipo de neuropatia ainda não é completamente conhecida, porém o que se sabe é que a exposição prolongada aos altos níveis de açúcar no sangue altera as microvasculatura dos nervos, associado a eventos autoimunes e alterações metabólicas no microambiente neural e isso cursa com lesões crônicas do sistema nervoso periférico.

Qual o quadro clínico da neuropatia diabética?

A Apresentação clínica principal deste tipo de doença é o acometimento de múltiplos nervos nos pés e nas mãos de forma simétrica. A lesão dos nervos pela neuropatia diabética altera a percepção da sensibilidade causando múltiplos traumas nas extremidades e podendo necessitar de amputações com o tempo. A lesão dos nervos também influem no controle do sistema autônomo dos membros podendo alterar a temperatura, os pelos e a coloração das mãos e dos pés. Outro sintoma importante na neuropatia diabética é a presença de dor neuropática nas regiões afetadas.

A dor neuropática ocorre em aproximadamente um terço dos pacientes e tem como característica a presença de dor em queimação, choques elétricos, dor pelo frio, entorpecimento e formigamento.

Características da dor neuropática na neuropatia diabética:

  • Dor em queimação
  • Choques
  • Dor pelo frio e alterações de temperatura
  • Formigamento
  • Entorpecimento
  • Alteração da cor da pele
  • Alteração dos pelos
  • Alteração na temperatura das mãos e pés

Qual o tratamento da dor neuropática pela neuropatia diabética?

O principal tratamento da neuropatia diabética é o controle adequado da glicemia do paciente afim de evitar a progressão da doença e reabilitar lesões já existentes. O tratamento inicial para a dor neuropática da neuropatia diabética é principalmente medicamentoso. As sociedades americanas e europeia recomendam inicialmente o uso de antidepressivos, anticonvulsivantes e opioides em seus guidelines.

Nos casos em que a dor se mantém refratária a terapia medicamentosa otimizada o uso de neuroestimuladores podem ser uma opção. A neuroestimulação é realizada com o implante de eletrodos de estimulação medular ou estimulação de nervos periféricos que se utilizam de corrente elétrica para modular a entrada da dor no sistema nervoso central. É uma inovação tecnológica que apresenta bons resultados no controle da dor, além de ser segura e com baixas complicações.

Caso voce tenha dor neuropática secundária a diabetes procure um médico especialista no tratamento da dor e em caso de outras dúvidas pode encaminha-las nos nossos canais de atendimento que responderemos o mais breve possível.

Tags: Dor neuropática, neuropatia diabética, neuromodulação, dor crônica

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