Dr. Wilson Morikawa Jr.

11 principais sintomas da Doença de Parkinson

Neurocirurgião especialista na cirurgia da doença de Parkinson - Dr. Wilson Morikawa Jr.

Doença de Parkinson

11 principais sintomas da Doença de Parkinson

A Doença de Parkinson acomete, sobretudo, pessoas acima dos 60 anos de idade, embora alguns jovens também sejam afetados com sintomas de Parkinson precoce.
A condição neurodegenerativa traz alterações motoras e não-motoras, que passam a dificultar progressivamente o cotidiano dos pacientes.
Apesar do Parkinson ser comumente associado aos tremores nas mãos, seu sintoma mais característico é a bradicinesia. Conheça os principais sintomas da Doença de Parkinson.

Como descobrir se uma pessoa tem Parkinson?

Os primeiros sintomas do Parkinson costumam ser sutis, de maneira que alguém que não convive diariamente com o paciente mal consegue notar diferenças em seu comportamento. Porém, se um indivíduo passa a sofrer com os 11 seguintes sintomas, recomenda-se que um neurologista seja consultado:

Existe algum exame para detectar o Parkinson?

O diagnóstico de Parkinson é feito a partir do histórico do paciente e da análise do neurologista. Um dos exames que pode auxiliar no diagnóstico do Parkinson é a ressonância magnética (RM), que permite a observação do cérebro em alta resolução, bem como a identificação de possíveis lesões causadas pela neurodegeneração.
Outros exames de imagem também podem ser solicitados. Dentre eles está o TRODAT utilizado para avaliar o sistema dopaminérgico e pode ser útil auxiliando o diagnóstico do mal de Parkinson.

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Dr. Wilson Morikawa Jr.

Publicado por: Dr. Wilson Morikawa Jr. – Neurocirurgião – CRM 163.410 RQE:101438.
Neurocirurgião de São Paulo especialista no tratamento da Doença de Parkinson e outros distúrbios do movimento.

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Bradicinesia, distúrbio do movimento, Doença de Parkinson, Sintomas Parkinson, Tremores

Quanto tempo vive um paciente com Parkinson?

Quanto tempo vive um paciente com Parkinson?

Doença de Parkinson

Qual a sobrevida de um paciente com Doença de Parkinson?

O mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que afeta o sistema nervoso central. Sua incidência é maior em homens, mas nas mulheres a progressão é mais agressiva. Os principais sintomas da Doença de Parkinson giram em torno de condições motoras, como tremores no corpo e nas mãos, rigidez muscular, dificuldade de fala, problemas de equilíbrio, entre outros. A doença, no entanto, não é fatal, de forma que após o diagnóstico, a expectativa de vida do paciente pode ser superior a 20 anos.

Estágios da doença de Parkinson

A evolução do Parkinson costuma ser bastante lenta, embora isso varie em cada caso. Os fatores de maior influência são: idade de início dos sintomas, tipo de tratamento seguido e presença de outras condições clínicas.
Os sintomas tendem a piorar com o passar do tempo, o que termina por debilitar gradativamente o paciente. E para determinar o estágio exato em que a doença se encontra, os neurologistas utilizam sobretudo dois métodos de avaliação.
O primeiro deles é a Escala Unificada de Classificação da Doença de Parkinson (UPDRS). Dividida em quatro partes, ela analisa por meio de um questionário a função intelectual, os níveis de humor e comportamento, as atividades de vida diária, a função e também as complicações do sistema motor. Respondidas as perguntas, o paciente pode atingir uma pontuação que varia de zero a 199, na qual zero significa nenhuma deficiência e 199 total comprometimento pelo Parkinson.

A Escala de Hoehn e Yahr, contudo, é a principal forma de identificar o grau de progressão do Parkinson. Nela, existem cinco grandes estágios da doença:

Estágio 1:

Assim que começa a se manifestar, o Parkinson afeta apenas um dos lados do corpo. É possível que haja tremores, alteração de postura, rigidez muscular e dificuldade para realizar movimentos precisos em áreas como mãos, pés, dedos e até no rosto. Os sintomas são bastante leves, e quase imperceptíveis para quem não conhece o paciente a fundo;

Estágio 2:

A manifestação da doença passa a se intensificar e atingir ambos os lados do corpo. A fala começa a ser projetada com menos clareza e as tarefas básicas diárias são executadas com muito mais dificuldade. Os problemas de locomoção e equilíbrio também são latentes;

Estágio 3:

A partir daqui, o Parkinson assume proporções mais graves. O paciente não consegue mais realizar as atividades de seu dia-dia sem ajuda, mas ainda pode morar sozinho, por exemplo. No entanto, quando atinge este estágio, o parkinsoniano fica mais propenso a sofrer quedas, que podem comprometer ainda mais sua saúde;

Estágio 4:

Os sintomas comprometem severamente a autonomia do paciente, que passa a não mais conseguir realizar funções básicas sozinho. Os tremores recorrentes nos primeiros estágios da doença, porém, podem desaparecer nesta fase. Além disso, por conta da drástica mudança de qualidade de vida, os problemas emocionais também se tornam mais comuns;

Estágio 5:

Quando atinge este estágio, o paciente torna-se totalmente dependente de um cuidador e/ou enfermeiro. Normalmente, pela impossibilidade de manter-se em pé, ele fica acamado ou em cadeira de rodas e pode apresentar alucinações ou delírios;

Quanto tempo alguém com Parkinson vive?

Ninguém morre de Parkinson, e sim por conta das complicações trazidas pela doença. A depender da idade em que recebe o diagnóstico, o paciente mantém sua expectativa de vida praticamente inalterada, podendo conviver de 10 a 20 anos com a condição e mantendo uma boa qualidade de vida. O Mal de Parkinson pode levar meses ou até anos para progredir de um estágio para outro e, enquanto algumas pessoas permanecem anos em estágio inicial, outras evoluem rapidamente para o último estágio.
No estágio avançado, contudo, as quedas às quais os pacientes estão expostos podem provocar lesões capazes de diminuir consideravelmente sua longevidade. Já na fase terminal do Parkinson, também podem surgir doenças secundárias fatais, como pneumonia, infecções respiratórias e outras. Estão entre algumas complicações comuns, a dificuldade de deglutição e para tossir, agravando consequentemente o risco de aspiração de alimentos ou líquidos para os pulmões.

Como saber que o Parkinson está evoluindo?

Com o passar dos anos, o protocolo de tratamento do Parkinson vai sendo reavaliado pelo neurologista. Uma vez que a medicação para de fazer efeito e sintomas como a discinesia, o déficit de sono e a ansiedade se intensificam, o paciente pode tornar-se candidato à Estimulação Cerebral Profunda, também conhecida como implantação de eletrodos ou de chip para o Parkinson.
Por isso, quanto mais cedo o Parkinson for diagnosticado, mais relevantes são as chances de reduzir as complicações que podem encurtar a expectativa de vida do paciente. Fique atento aos sintomas. Se você ou alguém que você conhece apresentar algum deles, procure um médico!

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Neurocirurgia para Parkinson: quando é indicado realizá-la?

Neurocirurgião especialista na cirurgia para Doença de Parkinson - Dr. Wilson Morikawa Jr.

Doença de Parkinson

Quando é indicado realizar a neurocirurgia para Parkinson?

O Mal de Parkinson tem diversos efeitos motores e não motores, afetando a qualidade de vida dos seus portadores. Em geral, o tratamento inicial é medicamentoso e visa controlar os sintomas.

Porém, alguns anos após o diagnóstico, é comum que os pacientes parem de responder à medicação ou apresentem efeitos colaterais relacionados às altas doses necessárias. Nestes casos, a Neurocirurgia para o Parkinson é uma alternativa para oferecer conforto e autonomia ao portador da doença. Hoje, a técnica mais moderna e mais recomendada pelos neurocirurgiões é a Estimulação Cerebral Profunda ou “Deep Brains Stimulation“ (DBS)

Quando procurar um neurocirurgião?

O paciente e seus familiares devem buscar um neurocirurgião quando as demais terapias param de apresentar respostas satisfatórias.
No final dos anos 60, o surgimento da levodopa revolucionou o tratamento para Mal de Parkinson. O medicamento, que é convertido em dopamina pelas células nervosas, ajuda a reduzir os sintomas da doença. No entanto, com o avanço da neurodegeneração, a dose de levodopa necessária para controlar os sintomas da doença tende a aumentar.

Posteriormente, o remédio passa a perder sua eficácia com aumento da resistência a medicação e aumento da presença de efeitos colaterais motores( discinesias induzidas pela medicação)

E é justamente quando se esgotam os demais recursos terapêuticos – inclusive os relacionados ao acompanhamento com profissionais como fisioterapeutas, fonoaudiólogos e neuropsicólogos – que o paciente e sua família precisam procurar um neurocirurgião especializado na técnica.

Qualquer paciente pode realizar a cirurgia?

O tratamento cirúrgico para Parkinson é indicado aos pacientes que apresentam com bom estado clínico e com capacidade cognitiva preservada. Os pacientes com idade avançada devem ser avaliados cuidadosamente por um neurocirurgião especialista neste tipo de cirurgia.

Estimulação Cerebral Profunda (Deep Brain Stimulation – DBS)

A Estimulação Cerebral Profunda, do inglês Deep Brain Stimulation (DBS), consiste na implantação de eletrodos no cérebro a fim de compensar a falta de dopamina no organismo causada pelo Mal de Parkinson. Quando os estimuladores elétricos são ativados nos núcleos subtalâmicos ou no globo pálido interno, eles auxiliam na ação da dopamina e os sintomas mais comuns do Parkinson, como movimentos involuntários, tremores, bradicinesia e rigidez muscular, são aliviados.
A principal vantagem do Deep Brain Stimulation (DBS) como tratamento para a doença de Parkinson corresponde ao fato desta cirurgia não lesionar o tecido cerebral. Sendo assim, a intervenção é muito menos invasiva que outras técnicas cirúrgicas como as palidotomias ou subtalamotomias.

O que é preciso para realizar o DBS?

Pode parecer estranho, mas o pré-requisito básico do tratamento cirúrgico para Parkinson é a confirmação do diagnóstico. Muitas vezes a doença pode ser confundida com o Parkinsonismos atípicos, termo que engloba distúrbios com sintomas semelhantes ao do Mal de Parkinson.

Assim, só é possível ter certeza se um paciente foi acometido pelo Parkinson cerca de 5 anos após o início dos sintomas. Além disso, para dar seguimento à Estimulação Cerebral Profunda, o neurocirurgião costuma solicitar:

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Neuropatia e qualidade de vida: é possível ter as duas coisas?

Neuropatia e qualidade de vida: é possível ter as duas coisas?

Neuropatia

Neuropatia: o que é?

Caracterizada pelo comprometimento dos nervos periféricos, a Neuropatia surge a partir de outras doenças ou de um evento traumático, como quedas ou colisões. O Diabetes é o principal diagnóstico associado a esta doença que acomete as terminações nervosas, de forma que os nervos em questão são danificados pelos altos níveis de açúcar no sangue.
Pacientes oncológicos em tratamento de quimio ou radioterapia também são potenciais candidatos à Neuropatia, sobretudo se estiverem desnutridos durante o tratamento. Além disso, os nervos periféricos ainda podem ser lesionados por outras doenças como hipotiroidismo, insuficiência renal, HIV, lúpus, hepatite C e herpes.
Na prática, o principal sintoma da Neuropatia gira em torno de dores intensas com algumas características específicas:

Como tratar a Neuropatia?

O tratamento varia de acordo com a causa, como por exemplo, no caso da Neuropatia Diabética em que a principal medida a ser adotada é o controle rigoroso da glicose no sangue. Sempre que a dor for um dos sintomas, será necessário o uso de medicamentos como analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos, anticonvulsivante e cremes tópicos para dores localizadas.
Recomenda-se ainda, para o paciente neuropata, o acompanhamento com uma equipe multidisciplinar composta por fisioterapeutas, reumatologistas, fisiatras e psicólogos.
Quando todos os recursos terapêuticos citados acima, porém, passam a se mostrar ineficazes, o seu médico deve considerar a cirurgia com o implante de neuroestimuladores para tratamento da Neuropatica (chips implantados para o tratamento da dor). Apesar de não serem recomendadas para todos os doentes com lesão dos nervos, as cirurgias para tratamento desta dor apresentam resultados satisfatórios em alguns casos específicos.
Caso você tenha dor neuropática e esteja sofrendo com esta condição, consulte o seu médico para avaliar outras possibilidades terapêuticas.

É possível ter qualidade de vida com uma Neuropatia?

Apesar das limitações físicas, um paciente com Neuropatia pode levar uma vida praticamente normal. É importante, contudo, incorporar hábitos, como:
Alguns fatores externos também são fundamentais para o tratamento da doença dos nervos. Um dos pilares da qualidade de vida do paciente consiste em ter uma rede de apoio sólida, que esteja sempre disposta a acolhê-lo e incentivá-lo.
Ademais, é interessante que se disponha a pesquisar sobre a doença que o acomete, para que assim, esteja melhor preparado para enfrentar os momentos de dor aguda e possa se identificar com outras pessoas que passam pelo mesmo que ele.
Por fim, lutar contra a Neuropatia exige muita resiliência, o que nem sempre o paciente consegue processar sozinho. Em situações deste tipo, o ideal é que se possa contar com um psicoterapeuta ou com um terapeuta ocupacional, que vão auxiliar o neuropata a recuperar sua identidade e enfrentar com mais leveza os desafios de seu cotidiano.

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Distonia: sintomas, causa e tratamento

Distonia: sintomas, causa e tratamento

Doença de Parkinson

O que é distonia?

A distonia é uma síndrome em que há contração muscular sustentada com movimentos anormais repetitivos ou posturas patológicas. Esta doença difere de outros distúrbios do movimento pois apresenta contração simultânea da musculatura agonista e antagonista necessitando esforço desproporcional entre a musculatura opositora.

Outra característica dos movimentos distônicos é a presença frequente de “sensory tricks” (táticas sensitivas para controlar os movimentos anormais). Geralmente com o toque de alguma região do corpo é possível reduzir as contrações musculares.

Os tipos de distonia podem ser diferenciados de acordo com diversas classificações. Podemos diferenciá-las pela idade de início dos sintomas (< 26 anos: início precoce; > 26 anos início tardio); pela distribuição do movimentos involuntários ( focal; segmentar; multifocal; generalizada); e pela etiologia ( se a causa é genética-primária; secundário a medicamentos ou outras causa)

Por que ocorre a distonia?

A fisiopatologia da distonia é complexa e ainda não é totalmente esclarecida. Estudos demonstram que ocorre a perda do controle cortical e dos gânglios da base responsáveis pela elaboração e controle dos movimentos do corpo. Com isso, algumas áreas cerebrais se tornam hiperexcitadas e outras apresentam sua atividade deprimida e esse desbalanço é a principal causa dos movimentos distônicos.

Quem tem indicação de realizar cirurgia para distonia?

A cirurgia para implante de eletrodo de estimulação cerebral profundo (DBS) é indicada para algumas síndromes distônicas que realizaram o tratamento medicamentoso associado a toxina botulínica, e que mantêm desconforto motor e social importante devido aos movimentos involuntários. A estimulação cerebral com o DBS apresenta bons resultados em alguns subtipos das distonias e devem ser avaliados por um médico especializado para a sua correta indicação.

O procedimento cirúrgico de implante de DBS é bem semelhante ao realizado nos pacientes com Doença de Parkinson, porém a resposta da neuroestimulação é mais demorada. Geralmente, após a programação os resultados ocorrem gradualmente em alguns dias e isso deve ser informado ao paciente para que a expectativa esteja alinhada e não ocorra frustração em relação ao procedimento cirúrgico.

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O que é tremor essencial?

O que é tremor essencial?

Doença de Parkinson

O que é tremor essencial?

O tremor essencial é o distúrbio de movimento mais comum em adultos, ocorre principalmente no sexo masculino e está presente em aproximadamente 5% das pessoas com mais de 65 anos de vida. Os sintomas normalmente iniciam na quarta década de vida afetando principalmente as mãos. 

O começo dos sintomas ocorre de forma lenta podendo progredir com o tempo. Ocorrem movimentos rítmicos com frequência de 8 a 12 Hz e uma das principais características deste tipo de tremor é que ele está ausente ou presente em menor intensidade durante o repouso.

Além do tremor nos braços e mãos, tambem pode ocorrer em outras partes do corpo como na cabeça ou apenas no queixo, podendo alterar a voz e influenciar negativamente o convívio social do indivíduo.

O tremor essencial é o início da doença de Parkinson?

Uma das principais dúvidas que ocorre no consultório é se o tremor essencial poderia ser o início da doença de Parkinson ou se poderia progredir no mal de Parkinson. A resposta para essa pergunta é NÃO. O quadro tremulante na doença de Parkinson tem outras características como ter uma frequência um pouco maior e tipicamente ser mais evidente durante o repouso. Além disso, na Doença de Parkinson há a presença de outros sintomas associados como: a rigidez e a bradicinesia.

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Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico para essa síndrome tremulante é realizado através da histórica clínica e do exame físico. É necessário a avaliação das características do tremor com pesquisa de sinais e sintomas associados, pesquisa e exclusão de diagnósticos diferenciais. Não existe um exame de imagem que realize o diagnóstico desta doença, porém muitas vezes é necessário a realização de uma ressonância magnética para descartar outras doenças.

Tremor essencial e bebidas alcóolicas

Uma característica típica desse distúrbio do movimento é a redução dos sintomas com a ingestão de substâncias alcoólicas. A melhora do tremor após a ingesta de álcool não é uma condição patognomônica, porém cerca de 50% dos casos apresentam essa característica.

Qual o melhor tratamento?

A terapia medicamentosa é a primeira linha de tratamento com uso de beta-bloqueadores de curta e longa duração sendo que os estudos não encontraram diferença significativa entre os subtipos deste medicamento no controle do tremor.

Outra classe de medicamentos que tambem podem ser utilizados são os anticonvulsivantes com eficácia semelhante à dos betabloqueadores no controle desta doença.

Quando o paciente não apresenta resposta significativa com o tratamento medicamentoso é possível a realização de procedimentos cirúrgicos. Dentre as possibilidades cirúrgicas os principais procedimentos são: o implante de um eletrodo de estimulação cerebral profunda (DBS) ou a talamotomia (lesão cirúrgica de uma porção do tálamo). A diferença entre as técnicas é basicamente que no DBS é realizada a neuromodulação de áreas talâmicas responsáveis pelo controle do movimento, enquanto na talamotomia é realizada a lesão dessas vias.

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