Dr. Wilson Morikawa Jr.

Neurocirurgião especialista na cirurgia para Doença de Parkinson - Dr. Wilson Morikawa Jr.

Doença de Parkinson

Quando é indicado realizar a neurocirurgia para Parkinson?

O Mal de Parkinson tem diversos efeitos motores e não motores, afetando a qualidade de vida dos seus portadores. Em geral, o tratamento inicial é medicamentoso e visa controlar os sintomas.

Porém, alguns anos após o diagnóstico, é comum que os pacientes parem de responder à medicação ou apresentem efeitos colaterais relacionados às altas doses necessárias. Nestes casos, a Neurocirurgia para o Parkinson é uma alternativa para oferecer conforto e autonomia ao portador da doença. Hoje, a técnica mais moderna e mais recomendada pelos neurocirurgiões é a Estimulação Cerebral Profunda ou “Deep Brains Stimulation“ (DBS)

Quando procurar um neurocirurgião?

O paciente e seus familiares devem buscar um neurocirurgião quando as demais terapias param de apresentar respostas satisfatórias.
No final dos anos 60, o surgimento da levodopa revolucionou o tratamento para Mal de Parkinson. O medicamento, que é convertido em dopamina pelas células nervosas, ajuda a reduzir os sintomas da doença. No entanto, com o avanço da neurodegeneração, a dose de levodopa necessária para controlar os sintomas da doença tende a aumentar.

Posteriormente, o remédio passa a perder sua eficácia com aumento da resistência a medicação e aumento da presença de efeitos colaterais motores( discinesias induzidas pela medicação)

E é justamente quando se esgotam os demais recursos terapêuticos – inclusive os relacionados ao acompanhamento com profissionais como fisioterapeutas, fonoaudiólogos e neuropsicólogos – que o paciente e sua família precisam procurar um neurocirurgião especializado na técnica.

Qualquer paciente pode realizar a cirurgia?

O tratamento cirúrgico para Parkinson é indicado aos pacientes que apresentam com bom estado clínico e com capacidade cognitiva preservada. Os pacientes com idade avançada devem ser avaliados cuidadosamente por um neurocirurgião especialista neste tipo de cirurgia.

Estimulação Cerebral Profunda (Deep Brain Stimulation – DBS)

A Estimulação Cerebral Profunda, do inglês Deep Brain Stimulation (DBS), consiste na implantação de eletrodos no cérebro a fim de compensar a falta de dopamina no organismo causada pelo Mal de Parkinson. Quando os estimuladores elétricos são ativados nos núcleos subtalâmicos ou no globo pálido interno, eles auxiliam na ação da dopamina e os sintomas mais comuns do Parkinson, como movimentos involuntários, tremores, bradicinesia e rigidez muscular, são aliviados.
A principal vantagem do Deep Brain Stimulation (DBS) como tratamento para a doença de Parkinson corresponde ao fato desta cirurgia não lesionar o tecido cerebral. Sendo assim, a intervenção é muito menos invasiva que outras técnicas cirúrgicas como as palidotomias ou subtalamotomias.

O que é preciso para realizar o DBS?

Pode parecer estranho, mas o pré-requisito básico do tratamento cirúrgico para Parkinson é a confirmação do diagnóstico. Muitas vezes a doença pode ser confundida com o Parkinsonismos atípicos, termo que engloba distúrbios com sintomas semelhantes ao do Mal de Parkinson.

Assim, só é possível ter certeza se um paciente foi acometido pelo Parkinson cerca de 5 anos após o início dos sintomas. Além disso, para dar seguimento à Estimulação Cerebral Profunda, o neurocirurgião costuma solicitar:

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