Dr. Wilson Morikawa Jr.

O que você deve saber sobre o eletrodo DRG

Dr. Wilson Morikawa Jr. - Médico especialista no tratamento de dor crônica

Neuromodulação

O que você deve saber sobre o eletrodo DRG

A estimulação do gânglio da raiz dorsal (DRG) é uma técnica avançada que vem ganhando destaque no campo da medicina intervencionista para o tratamento de diversas condições dolorosas. Se você está buscando compreender melhor esse procedimento inovador, está no lugar certo. Neste artigo, vamos falar sobre a estimulação do gânglio da raiz dorsal, seu objetivo e os benefícios desta técnica.

O Que É o Gânglio da Raiz Dorsal?

Antes de nos aprofundarmos na estimulação, é crucial entender a anatomia por trás do processo. O gânglio da raiz dorsal é uma estrutura localizada na coluna vertebral, mais especificamente próximo à medula espinhal. Essa área é importante para enviar sinais do corpo para o sistema nervoso central e tem grande influência na dor neuropática.

Propósito da Estimulação do Gânglio da Raiz Dorsal

A estimulação do gânglio da raiz dorsal é uma técnica minimamente invasiva destinada a modular a atividade neural nessa área específica. Geralmente, ela é realizada para o tratamento da dor crônica em pacientes que não encontraram sucesso nas terapias convencionais. Seja devido a condições como neuralgia pós-herpética, dor complexa regional, neuropatia diabética ou outras neuropatias específicas, a estimulação do DRG oferece uma abordagem promissora.

Como Funciona o Procedimento

Durante a estimulação do gânglio da raiz dorsal, eletrodos são posicionados de forma precisa na proximidade do gânglio. Esses eletrodos emitem estímulos elétricos controlados, visando modular a atividade neural e interromper os sinais de dor antes que alcancem o cérebro. É necessário o controle adequado da corrente elétrica para controlar a dor. A precisão do procedimento é uma de suas características distintivas, permitindo um tratamento mais direcionado e personalizado.

Benefícios Potenciais

  1.   Alívio da Dor Localizada: A estimulação do DRG é particularmente eficaz no tratamento da dor localizada, oferecendo alívio em áreas específicas do corpo.
  2.   Menos Efeitos Colaterais: Comparada a outras formas de estimulação neural, esta técnica tende a causar menos efeitos colaterais, como parestesia ou sensações indesejadas.
  3.   Maior Qualidade de Vida: Com a melhora dos pacientes com dor, eles se tornam mais independentes e com melhor qualidade de vida.
  4.   Opção para quem não responde a outras terapias: Estimulação do DRG pode ser uma nova esperança para controlar a dor.

Considerações Importantes

Embora a estimulação do gânglio da raiz dorsal seja considerada segura, é crucial que os pacientes estejam cientes de possíveis complicações e limitações. A seleção adequada de candidatos, a compreensão das expectativas realistas e o acompanhamento médico são elementos fundamentais para o sucesso a longo prazo. Além disso, é importante verificar se o seu médico foi treinado e tem experiência para realizar esta cirurgia.

Em conclusão, a estimulação do gânglio da raiz dorsal surge como uma abordagem inovadora e eficaz no manejo da dor crônica. Cada caso é diferente, e é importante consultar um profissional de saúde para saber se esse tratamento é adequado para cada pessoa. Estar informado é o primeiro passo para explorar as opções disponíveis e buscar uma vida mais confortável e livre de dor.

Eletrodo DRG
procedimento cirurgico com implante de eletrodo percutâneo para estimulação do gânglio da raiz dorsal

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Dr. Wilson Morikawa Jr.

Publicado por: Dr. Wilson Morikawa Jr. – Neurocirurgião – CRM 163.410 RQE:101438.
Neurocirurgião de São Paulo especialista no tratamento da Doença de Parkinson e outros distúrbios do movimento.

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A Anatomia do Nervo Ciático e as Causas de Dor

Dr. Wilson Morikawa Jr. - Médico especialista no tratamento de dor crônica

Neuromodulação

A Anatomia do Nervo Ciático e as Causas de Dor

O nervo ciático, o maior nervo do corpo humano, desempenha um papel crucial na nossa mobilidade e função nervosa. Quando esse nervo é afetado, a dor resultante pode ser intensa e impactar significativamente a qualidade de vida. Vamos explorar a anatomia do nervo ciático e as diversas causas que podem desencadear a temida dor ciática.

Anatomia do Nervo Ciático:

O nervo ciático é formado por várias raízes nervosas que se originam na região lombar e sacral da coluna vertebral. Estende-se pela parte de trás da coxa, dividindo-se em ramos que vão até o pé. Sua função principal é transmitir sinais nervosos entre a medula espinhal e os músculos da perna, bem como fornecer sensibilidade à região.

Causas Comuns de Dor Ciática:

  • Hérnia de Disco: Uma das principais causas de dor do nervo ciático é a compressão do nervo devido a uma hérnia de disco na coluna vertebral. O material gelatinoso do disco intervertebral pode sair e pressionar o nervo ciático, desencadeando dor e desconforto.
  • Estenose Espinhal: O estreitamento do canal vertebral, conhecido como estenose espinhal, pode resultar em compressão do nervo ciático à medida que passa pela coluna vertebral, causando dor irradiante.
  • Síndrome do Piriforme: O nervo ciático pode ser afetado quando passa pelo músculo piriforme, levando à irritação e dor. Esta condição é conhecida como síndrome do piriforme.
  • Lesões e Traumas: Lesões na região lombar, nádegas ou pernas, como quedas ou impactos, podem causar danos diretos ao nervo ciático, resultando em dor.
  • Gravidez: Em algumas mulheres grávidas, o útero em crescimento pode exercer pressão sobre o nervo ciático, causando desconforto durante a gestação.
  • Doenças Degenerativas: Condições como osteoartrite e doença degenerativa do disco podem contribuir para a compressão do nervo ciático ao longo do tempo.

Sintomas da Dor Ciática:

  • Dor Irradiante: A dor geralmente se estende da parte inferior das costas, passando pela nádega, e irradia ao longo da perna.
  • Formigamento e Dormência: Sensações anormais, como formigamento ou dormência, podem acompanhar a dor ciática.
  • Fraqueza Muscular: A fraqueza nos músculos da perna pode ser experimentada devido à interrupção dos sinais nervosos.

 

Qual o melhor tratamento para a Dor Ciática:

  1. Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios podem aliviar a dor e reduzir a inflamação.
  2. Fisioterapia: Exercícios específicos podem fortalecer os músculos ao redor do nervo e melhorar a mobilidade.
  3. Injeções Epidurais: Aplicações de corticosteróides na área afetada podem proporcionar alívio temporário da inflamação e da dor da coluna.
  4. Cirurgia: A cirurgia pode ser feita para aliviar a compressão do nervo e melhorar a dor neuropática em casos graves e persistentes. A cirurgia pode ser feita com técnicas minimamente invasivas, com bons resultados e poucas complicações, o que a torna eficaz e segura.

É crucial buscar a orientação de um profissional de saúde para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. A compreensão da anatomia do nervo ciático e das causas potenciais da dor é o primeiro passo para aliviar o desconforto e recuperar a qualidade de vida.

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Desvendando a Dor do Nervo Tibial

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Nervo Tibial

Desvendando a Dor do Nervo Tibial

A dor do nervo tibial é uma condição que pode impactar significativamente a qualidade de vida de quem a enfrenta. Entenda as causas mais comuns, sintomas e possíveis abordagens de tratamento dessa condição muitas vezes subestimada.

O que é o Nervo Tibial?

Antes de mergulharmos na dor associada ao nervo tibial, é essencial entender o papel fundamental que esse nervo desempenha no corpo humano. O nervo tibial é uma ramificação do nervo ciático, responsável por transmitir sinais nervosos da medula espinhal para os músculos e a pele na região da perna e pé.

Causas da Dor do Nervo Tibial

O primeiro passo para a definição do plano terapêutico e alívio dos sintomas é estabelecer o que causou esta condição. Entre as possíveis causas de Dor do Nervo Tibial, estão:

  • Lesões Físicas: Lesões diretas na perna, tornozelo ou pé podem comprimir ou danificar o nervo tibial, desencadeando dor. Torções, fraturas ou impactos são exemplos comuns.
  • Síndrome do Túnel do Tarso: Esta condição ocorre quando há pressão excessiva sobre o nervo tibial ao passar pelo túnel do tarso, resultando em desconforto e dor.
  • Neuropatia Diabética: Pessoas com diabetes estão mais propensas a desenvolver neuropatia periférica, afetando os nervos das pernas e pés, incluindo o nervo tibial.
  • Inflamação ou Infecção: Processos inflamatórios ou infecciosos na região podem afetar o nervo tibial, desencadeando dor aguda.

Sintomas Comuns 

Além de dor, há outros sintomas associados ao nervo tibial e que podem afetar os pacientes. Apesar de serem variados, o quadro frequentemente inclui:

  • Dormência ou Formigamento: Sensações anormais na parte inferior da perna e pé.
  • Dor Aguda ou Latejante: Dor intensa que pode se estender desde a perna até o pé.
  • Fraqueza Muscular: Dificuldade em realizar atividades que envolvem os músculos controlados por esse nervo

Como tratar a Dor do Nervo Tibial?

Como já foi citado, a definição do melhor tratamento para cada quadro depende da origem da lesão e dos sintomas apresentados pelo paciente. Com base nisso, é possível traçar o melhor plano visando alívio dos sintomas. 

  • Medicamentos: Analgésicos e anti-inflamatórios podem aliviar a dor e reduzir a inflamação. Nos casos de dor crônica, pode ser necessário o uso de anticonvulsivantes e antidepressivos.
  • Fisioterapia: Exercícios específicos podem fortalecer os músculos e melhorar a mobilidade, reduzindo a pressão sobre o nervo.
  • Terapias Alternativas: Acupuntura e massagem podem proporcionar alívio e promover o bem-estar geral.
  • Cirurgia: Quando não há resposta do paciente a outras terapias, é possível recorrer a tratamentos cirúrgicos, como o implante de chips para aliviar dor intensa. Esta técnica apresenta bons resultados, especialmente com estimulação DRG – do Gânglio da Raiz Dorsal (Dorsal Root Ganglion).

A dor no nervo tibial é comum, mas entender suas causas e buscar tratamentos adequados pode melhorar muito a qualidade de vida. Se você tem sintomas do nervo tibial, é importante buscar ajuda médica para um diagnóstico preciso e um tratamento personalizado. A busca por cuidados adequados é o primeiro passo para restaurar o conforto e a funcionalidade nas atividades diárias.

ao comando do cérebro mais lentamente. Pessoas afetadas pela bradicinesia costumam ter dificuldades para iniciar ou concluir movimentos, bem como realizá-los com menos destreza. Este é um dos primeiros sintomas da doença de Parkinson. Também há tremor de repouso, rigidez e alterações na postura e equilíbrio do paciente. 

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Neuralgia do pudendo: causas e tratamento

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Neuromodulação

Neuralgia do pudendo: causas e tratamento

A neuralgia do pudendo é a doença em que o nervo pudendo está afetado. Este nervo vai da região lombar até a área genital. Ele passa pela região perineal e perianal.

A neuralgia do pundendo causa dor vaginal nas mulheres e dor no pênis nos homens. Também pode causar desconforto no períneo, dor perianal e dor pélvica.

A neuralgia do pudendo causa sintomas como dor forte, queimação, formigamento, desconforto ao sentar, dor no sexo e dificuldade para urinar ou defecar. Esses sintomas podem ser debilitantes e ter um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas afetadas.

As causas da neuralgia do pudendo podem variar e incluir trauma físico, compressão do nervo, inflamação ou infecção.

Às vezes, a causa exata não é identificada, porém isto não impossibilita o tratamento da dor destes pacientes. O diagnóstico é feito por um médico especialista em neuralgia do pudendo, que avalia sintomas, história clínica e faz exames complementares específicos.

A eletroneuromiografia dos nervos sacrais podem auxiliar o diagnóstico desta doença e é considerada um importante exame nos casos que geram dúvida.

O tratamento da dor no nervo pudendo pode ser difícil. Ele pode incluir tratamento físico, remédios para dor e injeções de corticosteroides.

Também pode envolver bloqueios nervosos e neuromodulação com implante de chip no nervo pudendo. Em casos graves, pode ser necessário realizar cirurgia. A cirurgia é realizada para aliviar a pressão no nervo.

Chip para Neuralgia do pudendo


A estimulação do nervo pudendo é uma opção de neuromodulação da dor para pacientes que não tiveram sucesso com tratamento inicial com fortalecimento do assoalho pélvico e medicamentos.

Para estimular o nervo, é preciso implantar um chip para dor no gânglio da raiz dorsal (DRG) e, assim, aliviar a dor do paciente.

O eletrodo para tratamento da dor tambem é indicado nos casos de incontinência vesical ou fecal devido a neuropatia do nervo pudendo.

Se você acha que tem neuralgia do pudendo, é importante procurar um médico.

Um diagnóstico e tratamento rápidos podem ajudar a controlar os sintomas, como dor na região anal, e melhorar sua qualidade de vida.

Além disso, um especialista pode fornecer orientações sobre como evitar fatores desencadeantes e reduzir o risco de recorrência dessa condição dolorosa.

O Dr. Wilson Morikawa é médico especialista no tratamento de neuralgia do pudendo. Caso tenha alguma dúvida ou comentário agende uma consulta ou entre em contato.

 

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Neuromodulação: o que é e quando considerar?

Neuromodulação: o que é e quando considerar?​

Neuromodulação

O que é a neuromodulação?

A Neuromodulação consiste basicamente na estimulação de áreas neurológicas específicas, a fim de alterar a atividade cerebral e oferecer mais conforto àqueles que sofrem com doenças do sistema nervoso. A dor crônica é a principal queixa desses pacientes, que passam a não responder a formas convencionais de tratamento. Outras doenças, como Mal de Parkinson e Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) também possuem indicações para a realização do procedimento.

Como funciona a Neuromodulação?

Uma vez que o procedimento tem como base a indução da neuroplasticidade do cérebro – ou seja, a capacidade que este possui em se adaptar a lesões e/ou estímulos, a Neuromodulação é um protocolo de tratamento totalmente individualizado. Cabe ao especialista definir qual a região do corpo exata a ser tratada, a melhor técnica e qual o grau ideal da frequência dos estímulos, que podem ser elétricos, magnéticos ou químicos.

Quais as principais técnicas de Neuromodulação?

O neurocirurgião responsável pela Neuromodulação poderá escolher entre técnicas invasivas e não invasivas, sendo estas últimas caracterizadas pela não realização de cortes, perfurações ou aplicação de objetos externos ao corpo.

Técnicas cirúrgicas:

Técnicas não-cirúrgicas:

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