Dr. Wilson Morikawa Jr.

Tratamento de Dor Crônica: Opções e Novas Abordagens

Dor crônica é uma condição que afeta milhões de pessoas, impactando profundamente a qualidade de vida daqueles que a enfrentam. Dr Wilson Morikawa

Dr. Wilson Morikawa Jr. - Médico Especialista no Tratamento de Dor Crônica

Neuromodulação

Tratamento de Dor Crônica: Opções e Novas Abordagens

A dor crônica é uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, impactando profundamente a qualidade de vida daqueles que a enfrentam. Diferente da dor aguda, que é uma resposta temporária do corpo a uma lesão ou doença, a dor crônica persiste por meses ou até anos, muitas vezes sem uma causa clara. O tratamento dessa condição complexa requer uma abordagem multidisciplinar, combinando técnicas tradicionais e inovadoras para proporcionar alívio duradouro aos pacientes.

Compreendendo a Dor Crônica

A dor crônica pode ter várias origens, incluindo doenças degenerativas, como a artrite, lesões nervosas, fibromialgia, e condições como a síndrome de dor regional complexa (SDRC). O desafio no tratamento da dor crônica reside no fato de que ela não é apenas um sintoma de outra doença, mas frequentemente se torna uma condição em si mesma, afetando tanto o corpo quanto a mente.

Abordagens Tradicionais no Tratamento da Dor Crônica

O tratamento da dor crônica tradicionalmente começa com métodos conservadores. Estes podem incluir:

Abordagens Não Cirúrgicas

Antes de considerar a cirurgia, os especialistas em dor exploram várias opções não cirúrgicas. Isso pode incluir o uso de medicamentos, como analgésicos, anti-inflamatórios e, em alguns casos, opióides, sempre com um controle rigoroso. Outras abordagens incluem fisioterapia, terapias comportamentais e intervenções como injeções epidurais de esteroides ou bloqueios nervosos.

1. Medicamentos

Os analgésicos são frequentemente a primeira linha de tratamento. Esses medicamentos variam de analgésicos de venda livre, como paracetamol e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), a medicamentos prescritos, como opióides e antidepressivos. No entanto, o uso prolongado de opióides tem riscos significativos, incluindo dependência, o que torna essencial o monitoramento médico rigoroso.

2. Fisioterapia

A fisioterapia desempenha um papel crucial na gestão da dor crônica, ajudando a restaurar a mobilidade, fortalecer os músculos, e melhorar a postura. Técnicas como exercícios de alongamento, treinamento de força e terapia manual são frequentemente utilizadas para aliviar a dor e prevenir a deterioração física.

3. Terapias Comportamentais

A dor crônica pode ter um impacto profundo na saúde mental, levando à ansiedade, depressão e outras questões emocionais. Terapias comportamentais, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), ajudam os pacientes a desenvolver habilidades para lidar com a dor, reduzir o estresse e melhorar a qualidade de vida.

Novas Abordagens no Tratamento da Dor Crônica

À medida que a medicina avança, novas abordagens estão sendo desenvolvidas para tratar a dor crônica, muitas das quais focam em técnicas minimamente invasivas e tecnologias inovadoras.

1. Estimulação Elétrica e Implantes

Uma das opções mais promissoras para o tratamento da dor crônica é o uso de estimulação elétrica, como a estimulação medular e a estimulação do nervo periférico. Esses procedimentos envolvem a implantação de dispositivos que emitem impulsos elétricos para bloquear os sinais de dor antes que eles alcancem o cérebro. Pacientes com condições como dor neuropática, dor nas costas e síndrome do túnel do carpo têm mostrado melhora significativa com esses tratamentos.

2. Radiofrequência Ablativa

A ablação por radiofrequência é um procedimento minimamente invasivo em que as ondas de rádio são usadas para aquecer e destruir os nervos que transmitem os sinais de dor. Este método é especialmente eficaz para dores nas articulações e na coluna vertebral, proporcionando alívio prolongado sem a necessidade de cirurgia invasiva.

3. Terapias Regenerativas

As terapias regenerativas, como as injeções de plasma rico em plaquetas (PRP) e células-tronco, estão ganhando destaque no tratamento da dor crônica. Essas terapias visam estimular a regeneração dos tecidos danificados, promovendo a cura natural do corpo. Embora ainda sejam áreas em desenvolvimento, os resultados iniciais são promissores, especialmente para condições como artrite e lesões musculoesqueléticas.

4. Neuromodulação

A neuromodulação é uma área emergente que envolve a modulação dos circuitos nervosos para alterar a percepção da dor. Técnicas como a estimulação magnética transcraniana (EMT) e a estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) estão sendo exploradas como tratamentos para a dor crônica, com resultados preliminares encorajadores.

Considerações Finais

O tratamento da dor crônica é uma jornada personalizada, que exige uma abordagem abrangente e muitas vezes multidisciplinar. A combinação de métodos tradicionais com novas tecnologias e terapias avançadas oferece aos pacientes mais opções do que nunca para alcançar o alívio da dor e melhorar sua qualidade de vida. Se você ou alguém que você conhece está lutando contra a dor crônica, é importante consultar um especialista para explorar as opções de tratamento disponíveis. Com os avanços na medicina, há esperança de que a dor possa ser gerenciada de forma mais eficaz, permitindo uma vida mais plena e ativa.

Dr. Wilson Morikawa Jr.

Publicado por: Dr. Wilson Morikawa Jr. – Neurocirurgião – CRM 163.410 RQE:101438.
Neurocirurgião de São Paulo especialista no tratamento da  dor crônica e espasticidade.

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O que faz um especialista em Dor?

Especialista em dor é um médico com formação avançada no manejo da dor e tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Dr Wilson Morikawa

Dr. Wilson Morikawa Jr. - Médico Especialista no Tratamento de Dor Crônica

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O que faz um especialista em Dor? Conheça a Especialidade Médica

A dor é uma experiência universal, mas para muitas pessoas, ela se torna uma condição crônica que afeta significativamente a qualidade de vida. Nesses casos, é essencial procurar um especialista em dor, um médico treinado para diagnosticar e tratar a dor de maneira eficaz. Mas o que exatamente faz um especialista em dor, e como eles podem ajudar, especialmente quando se trata de procedimentos cirúrgicos?

O Papel do Especialista em Dor

Um especialista em dor é um médico com formação avançada no manejo da dor. Esse profissional pode vir de diversas áreas da medicina, como neurocirurgia, anestesiologia ou reumatologia, e se especializa em técnicas e tratamentos voltados para o alívio da dor. O objetivo é melhorar a qualidade de vida dos pacientes, proporcionando alívio e melhorando a funcionalidade diária.

Diagnóstico e Avaliação

O primeiro passo no tratamento da dor é um diagnóstico preciso. O médico da  dor realiza uma avaliação abrangente que inclui a história médica do paciente, exames físicos e, muitas vezes, testes diagnósticos como ressonâncias magnéticas ou tomografias computadorizadas. Isso ajuda a identificar a causa subjacente da dor, que pode variar de condições musculoesqueléticas a neuropáticas.

Abordagens Não Cirúrgicas

Antes de considerar a cirurgia, os especialistas em dor exploram várias opções não cirúrgicas. Isso pode incluir o uso de medicamentos, como analgésicos, anti-inflamatórios e, em alguns casos, opióides, sempre com um controle rigoroso. Outras abordagens incluem fisioterapia, terapias comportamentais e intervenções como injeções epidurais de esteroides ou bloqueios nervosos.

Procedimentos Cirúrgicos

Quando as opções não cirúrgicas não proporcionam alívio suficiente, ou quando a causa da dor é estrutural e requer correção, os especialistas em dor podem recomendar procedimentos cirúrgicos. Abaixo estão alguns dos principais procedimentos realizados:

1. Implantes de Eletrodos Medulares

Um dos procedimentos mais avançados no tratamento da dor crônica é o implante de eletrodos medulares. Este procedimento envolve a colocação de pequenos eletrodos na coluna vertebral que enviam sinais elétricos para bloquear a percepção de dor pelo cérebro. É especialmente útil para pacientes com dor neuropática, como aqueles com síndrome de dor regional complexa ou lesões na medula espinhal.

2. Implantes de Bombas de Infusão Intratecal

Este procedimento consiste na implantação de uma bomba que administra medicamentos diretamente ao líquido ao redor da medula espinhal. Isso permite uma administração mais eficaz de medicamentos, reduzindo a necessidade de doses orais mais altas e os efeitos colaterais associados.

3. Radiofrequência Ablativa

A ablação por radiofrequência é uma técnica que utiliza calor gerado por ondas de rádio para destruir os nervos que causam dor. É uma opção minimamente invasiva para pacientes com dores articulares ou de coluna.

4. Descompressão Cirúrgica

Para pacientes com dor causada por compressão nervosa, como em casos de hérnia de disco ou estenose espinhal, a descompressão cirúrgica pode ser necessária. Esse procedimento remove a pressão sobre os nervos, aliviando a dor e melhorando a função.

Pós-Operatório e Reabilitação

Após a cirurgia, o papel do especialista em dor continua crucial. A reabilitação pós-operatória envolve não apenas a recuperação física, mas também o manejo contínuo da dor, para garantir uma recuperação bem-sucedida e evitar complicações. Isso pode incluir ajustes nos medicamentos, fisioterapia e suporte psicológico.

Considerações Finais

A especialidade de manejo da dor é fundamental para pacientes que sofrem de dor crônica. Um especialista em dor oferece uma abordagem abrangente, desde diagnósticos precisos até tratamentos avançados, incluindo procedimentos cirúrgicos complexos. A escolha do tratamento é sempre personalizada, levando em consideração as necessidades individuais de cada paciente, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida e proporcionar alívio duradouro.

Se você ou alguém que você conhece está lutando com dor crônica, considerar a consulta com um especialista em dor  pode ser o primeiro passo para uma vida mais confortável e plena. 

Dr. Wilson Morikawa Jr.

Publicado por: Dr. Wilson Morikawa Jr. – Neurocirurgião – CRM 163.410 RQE:101438.
Neurocirurgião de São Paulo especialista no tratamento da  dor crônica e espasticidade.

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1. Implantes de Eletrodos Medulares

O que você deve saber sobre o Eletrodo DRG

Eletrodo DRG é uma técnica avançada que vem ganhando destaque para o tratamento da dor neuropática. Dr Wilson Morikawa

Dr. Wilson Morikawa Jr. - Médico Especialista no Tratamento de Dor Crônica

Neuromodulação

O que você deve saber sobre o Eletrodo DRG

A estimulação do gânglio da raiz dorsal (DRG) é uma técnica avançada que vem ganhando destaque no campo da medicina intervencionista para o tratamento de diversas condições dolorosas. Se você está buscando compreender melhor esse procedimento inovador, está no lugar certo. Neste artigo, vamos falar sobre a estimulação do gânglio da raiz dorsal, seu objetivo e os benefícios desta técnica.

O que é Gânglio da Raiz Dorsal?

Antes de nos aprofundarmos na estimulação, é crucial entender a anatomia por trás do processo. O gânglio da raiz dorsal é uma estrutura localizada na coluna vertebral, mais especificamente próximo à medula espinhal. Essa área é importante para enviar sinais do corpo para o sistema nervoso central e tem grande influência na dor neuropática.

Propósito da Estimulação do Gânglio da Raiz Dorsal

A estimulação do gânglio da raiz dorsal é uma técnica minimamente invasiva destinada a modular a atividade neural nessa área específica. Geralmente, ela é realizada para o tratamento da dor crônica em pacientes que não encontraram sucesso nas terapias convencionais. Seja devido a condições como neuralgia pós-herpética, dor complexa regional, neuropatia diabética ou outras neuropatias específicas, a estimulação do DRG oferece uma abordagem promissora.

Como Funciona o Procedimento

Durante a estimulação do gânglio da raiz dorsal, eletrodos são posicionados de forma precisa na proximidade do gânglio. Esses eletrodos emitem estímulos elétricos controlados, visando modular a atividade neural e interromper os sinais de dor antes que alcancem o cérebro. É necessário o controle adequado da corrente elétrica para controlar a dor. A precisão do procedimento é uma de suas características distintivas, permitindo um tratamento mais direcionado e personalizado.

Benefícos Potenciais

Alívio da Dor Localizada: A estimulação do DRG é particularmente eficaz no tratamento da dor localizada, oferecendo alívio em áreas específicas do corpo.

Menos Efeitos Colaterais: Comparada a outras formas de estimulação neural, esta técnica tende a causar menos efeitos colaterais, como parestesia ou sensações indesejadas.

Maior Qualidade de Vida: Com a melhora dos pacientes com dor, eles se tornam mais independentes e com melhor qualidade de vida.

Opção para quem não responde a outras terapias: Estimulação do DRG pode ser uma nova esperança para controlar a dor.

Considerações Importantes

Embora a estimulação do gânglio da raiz dorsal seja considerada segura, é crucial que os pacientes estejam cientes de possíveis complicações e limitações. A seleção adequada de candidatos, a compreensão das expectativas realistas e o acompanhamento médico são elementos fundamentais para o sucesso a longo prazo. Além disso, é importante verificar se o seu médico foi treinado e tem experiência para realizar esta cirurgia.

Em conclusão, a estimulação do gânglio da raiz dorsal surge como uma abordagem inovadora e eficaz no manejo da dor crônica. Cada caso é diferente, e é importante consultar um profissional de saúde para saber se esse tratamento é adequado para cada pessoa. Estar informado é o primeiro passo para explorar as opções disponíveis e buscar uma vida mais confortável e livre de dor.

Eletrodo DRG
procedimento cirurgico com implante de eletrodo percutâneo para estimulação do gânglio da raiz dorsal

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A Anatomia do Nervo Ciático e as Causas de Dor

Anatomia do nervo ciático e as causas de dor do nervo tibial é uma condição que pode impactar significativamente a qualidade de vida. Dr Wilson Morikawa

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A Anatomia do Nervo Ciático e as Causas de Dor

O nervo ciático, o maior nervo do corpo humano, desempenha um papel crucial na nossa mobilidade e função nervosa. Quando esse nervo é afetado, a dor resultante pode ser intensa e impactar significativamente a qualidade de vida. Vamos explorar a anatomia do nervo ciático e as diversas causas que podem desencadear a temida dor ciática.

Anatomia do Nervo Ciático

O nervo ciático é formado por várias raízes nervosas que se originam na região lombar e sacral da coluna vertebral. Estende-se pela parte de trás da coxa, dividindo-se em ramos que vão até o pé. Sua função principal é transmitir sinais nervosos entre a medula espinhal e os músculos da perna, bem como fornecer sensibilidade à região.

Causas Comuns de Dor Ciática

  • Hérnia de Disco: Uma das principais causas de dor do nervo ciático é a compressão do nervo devido a uma hérnia de disco na coluna vertebral. O material gelatinoso do disco intervertebral pode sair e pressionar o nervo ciático, desencadeando dor e desconforto.
  • Estenose Espinhal: O estreitamento do canal vertebral, conhecido como estenose espinhal, pode resultar em compressão do nervo ciático à medida que passa pela coluna vertebral, causando dor irradiante.
  • Síndrome do Piriforme: O nervo ciático pode ser afetado quando passa pelo músculo piriforme, levando à irritação e dor. Esta condição é conhecida como síndrome do piriforme.
  • Lesões e Traumas: Lesões na região lombar, nádegas ou pernas, como quedas ou impactos, podem causar danos diretos ao nervo ciático, resultando em dor.
  • Gravidez: Em algumas mulheres grávidas, o útero em crescimento pode exercer pressão sobre o nervo ciático, causando desconforto durante a gestação.
  • Doenças Degenerativas: Condições como osteoartrite e doença degenerativa do disco podem contribuir para a compressão do nervo ciático ao longo do tempo.
  • Medicação: Analgésicos e anti-inflamatórios podem aliviar a dor e reduzir a inflamação.
  • Fisioterapia: Exercícios específicos podem fortalecer os músculos ao redor do nervo e melhorar a mobilidade.
  • Injeções Epidurais: Aplicações de corticosteróides na área afetada podem proporcionar alívio temporário da inflamação e da dor da coluna.
  • Cirurgia: A cirurgia pode ser feita para aliviar a compressão do nervo e melhorar a dor neuropática em casos graves e persistentes. A cirurgia pode ser feita com técnicas minimamente invasivas, com bons resultados e poucas complicações, o que a torna eficaz e segura.
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  • É crucial buscar a orientação de um profissional de saúde para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. A compreensão da anatomia do nervo ciático e das causas potenciais da dor é o primeiro passo para aliviar o desconforto e recuperar a qualidade de vida.

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Neuralgia do Pudendo: Causas e Tratamento

Neuralgia do Pudendo é uma condição dolorosa caracterizada por dor na região genital, dor no períneo, dor perianal e dor pélvica. Dr Wilson Morikawa

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Neuralgia do Pudendo: Causas e Tratamento

A neuralgia do pudendo é a doença em que o nervo pudendo está afetado. Este nervo vai da região lombar até a área genital. Ele passa pela região perineal e perianal. A neuralgia do pundendo causa dor vaginal nas mulheres e dor no pênis nos homens. Também pode causar desconforto no períneo, dor perianal e dor pélvica.

A neuralgia do pudendo causa sintomas como dor forte, queimação, formigamento, desconforto ao sentar, dor no sexo e dificuldade para urinar ou defecar. Esses sintomas podem ser debilitantes e ter um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas afetadas. As causas da neuralgia do pudendo podem variar e incluir trauma físico, compressão do nervo, inflamação ou infecção.

Às vezes, a causa exata não é identificada, porém isto não impossibilita o tratamento da dor destes pacientes. O diagnóstico é feito por um médico especialista em neuralgia do pudendo, que avalia sintomas, história clínica e faz exames complementares específicos.

A eletroneuromiografia dos nervos sacrais podem auxiliar o diagnóstico desta doença e é considerada um importante exame nos casos que geram dúvida. O tratamento da dor no nervo pudendo pode ser difícil. Ele pode incluir tratamento físico, remédios para dor e injeções de corticosteroides.

Também pode envolver bloqueios nervosos e neuromodulação com implante de chip no nervo pudendo. Em casos graves, pode ser necessário realizar cirurgia. A cirurgia é realizada para aliviar a pressão no nervo.

Chip para Neuralgia do Pudendo

A estimulação do nervo pudendo é uma opção de neuromodulação da dor para pacientes que não tiveram sucesso com tratamento inicial com fortalecimento do assoalho pélvico e medicamentos.

Para estimular o nervo, é preciso implantar um chip para dor no gânglio da raiz dorsal (DRG) e, assim, aliviar a dor do paciente. O eletrodo para tratamento da dor tambem é indicado nos casos de incontinência vesical ou fecal devido a neuropatia do nervo pudendo.

Se você acha que tem neuralgia do pudendo, é importante procurar um médico.

Um diagnóstico e tratamento rápidos podem ajudar a controlar os sintomas, como dor na região anal, e melhorar sua qualidade de vida. Além disso, um especialista pode fornecer orientações sobre como evitar fatores desencadeantes e reduzir o risco de recorrência dessa condição dolorosa.

O Dr. Wilson Morikawa é médico especialista no tratamento de neuralgia do pudendo. Caso tenha alguma dúvida ou comentário agende uma consulta ou entre em contato.

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Neuromodulação: o que é e quando considerar?

Neuromodulação consiste basicamente na estimulação de áreas neurológicas específicas, a fim de alterar a atividade cerebral. Dr Wilson Morikawa

Neuromodulação: o que é e quando considerar?​

Neuromodulação

O que é a neuromodulação?

A Neuromodulação consiste basicamente na estimulação de áreas neurológicas específicas, a fim de alterar a atividade cerebral e oferecer mais conforto àqueles que sofrem com doenças do sistema nervoso. A dor crônica é a principal queixa desses pacientes, que passam a não responder a formas convencionais de tratamento. Outras doenças, como Mal de Parkinson e Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) também possuem indicações para a realização do procedimento.

Como funciona a Neuromodulação?

Uma vez que o procedimento tem como base a indução da neuroplasticidade do cérebro – ou seja, a capacidade que este possui em se adaptar a lesões e/ou estímulos, a Neuromodulação é um protocolo de tratamento totalmente individualizado. Cabe ao especialista definir qual a região do corpo exata a ser tratada, a melhor técnica e qual o grau ideal da frequência dos estímulos, que podem ser elétricos, magnéticos ou químicos.

Quais as principais técnicas de Neuromodulação?

O neurocirurgião responsável pela Neuromodulação poderá escolher entre técnicas invasivas e não invasivas, sendo estas últimas caracterizadas pela não realização de cortes, perfurações ou aplicação de objetos externos ao corpo.

Técnicas cirúrgicas:

Técnicas não-cirúrgicas:

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