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Dr. Wilson Morikawa Jr.
16 de maio de 2023
O Mal de Parkinson tem diversos efeitos motores e não motores, afetando a qualidade de vida dos seus portadores. Em geral, o tratamento inicial é medicamentoso e visa controlar os sintomas.
Porém, alguns anos após o diagnóstico, é comum que os pacientes parem de responder à medicação ou apresentem efeitos colaterais relacionados às altas doses necessárias. Nestes casos, a Neurocirurgia para o Parkinson é uma alternativa para oferecer conforto e autonomia ao portador da doença. Hoje, a técnica mais moderna e mais recomendada pelos neurocirurgiões é a Estimulação Cerebral Profunda ou “Deep Brains Stimulation“ (DBS)
Posteriormente, o remédio passa a perder sua eficácia com aumento da resistência a medicação e aumento da presença de efeitos colaterais motores( discinesias induzidas pela medicação)
O tratamento cirúrgico para Parkinson é indicado aos pacientes que apresentam com bom estado clínico e com capacidade cognitiva preservada. Os pacientes com idade avançada devem ser avaliados cuidadosamente por um neurocirurgião especialista neste tipo de cirurgia.
Pode parecer estranho, mas o pré-requisito básico do tratamento cirúrgico para Parkinson é a confirmação do diagnóstico. Muitas vezes a doença pode ser confundida com o Parkinsonismos atípicos, termo que engloba distúrbios com sintomas semelhantes ao do Mal de Parkinson.
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