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Dr. Wilson Morikawa Jr.
24 de fevereiro de 2025
A estimulação cerebral profunda (DBS) tem se tornado uma das opções mais promissoras no tratamento da doença de Parkinson, especialmente para pacientes que não obtêm alívio adequado com a terapia medicamentosa. Contudo, uma pergunta frequente é: “Estimulação cerebral para Parkinson tem risco?” Neste artigo, vamos analisar os riscos associados a essa cirurgia, como eles são gerenciados e os benefícios que podem superar os potenciais perigos.
A DBS é um procedimento cirúrgico no qual eletrodos finos são implantados em áreas específicas do cérebro, como o núcleo subtalâmico (STN) ou o globo pálido interno (GPi). Esses eletrodos são conectados a um gerador de pulsos, geralmente colocado sob a pele do tórax, que emite impulsos elétricos controlados. O objetivo é modular a atividade neural e reduzir os sintomas motores do Parkinson – como tremores, rigidez e bradicinesia – proporcionando uma melhora significativa na qualidade de vida.
Como qualquer procedimento cirúrgico, a DBS envolve riscos que devem ser cuidadosamente avaliados. Entre os principais riscos estão:
A segurança da DBS tem sido aprimorada ao longo dos anos, graças a avanços tecnológicos e protocolos cirúrgicos rigorosos. Algumas das medidas adotadas incluem:
Diversos estudos científicos demonstram que, apesar dos riscos inerentes, a DBS é considerada uma técnica segura e eficaz para o tratamento do Parkinson. Dados de estudos de longo prazo indicam:
Estudos sistemáticos e metanálises reforçam que os riscos da DBS são baixos quando realizados por equipes experientes e em centros especializados. Pacientes que se submetem a esse procedimento relatam uma melhora expressiva não apenas nos sintomas motores, mas também na qualidade de vida e na autonomia.
Muitos pacientes que passaram pela cirurgia de DBS compartilham depoimentos positivos, destacando:
Essas experiências reforçam que, embora existam riscos, os benefícios da DBS podem ser transformadores para pacientes com Parkinson avançado.
A estimulação cerebral profunda é uma opção cirúrgica consolidada para pacientes com Parkinson que não obtêm o controle adequado dos sintomas com o tratamento medicamentoso. Apesar dos riscos envolvidos – como infecção, hemorragia, malfuncionamento do dispositivo e possíveis alterações cognitivas – os avanços tecnológicos e os protocolos rigorosos de avaliação e monitoramento têm minimizado esses problemas.
Para muitos pacientes, os benefícios superam os riscos, proporcionando uma melhora significativa na mobilidade, redução da dependência de medicamentos e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida. Se você ou um ente querido está considerando a DBS, é fundamental discutir todos os aspectos com uma equipe especializada em neurocirurgia e neurologia, que poderá oferecer uma avaliação personalizada e orientações adequadas.
Em resumo, a estimulação cerebral para Parkinson apresenta riscos, mas estes são geralmente bem controlados em centros especializados, fazendo com que a cirurgia seja uma opção viável e eficaz para muitos pacientes. Consulte um especialista para saber se essa intervenção é a melhor alternativa para o seu caso e para entender todos os detalhes do procedimento.
Publicado por: Dr. Wilson Morikawa Jr. – Neurocirurgião – CRM 163.410 RQE:101438.
Neurocirurgião de São Paulo especialista no tratamento da dor crônica e espasticidade.
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Ola ,meu nome é marcela ,meu marido Izaías ,de 47 anos foi diagnosticado com mal de parkinson há 5 anos, e ele toma o remédio levodopa ,mas ele diz que não está mais tendo eficácia . Gostaria tanto de poder conversar um pouco com o médico Wilson morikawa.preciso de uma luz. Obrigada.
Ola Marcela.
A resistência aos medicamentos para a doença de Parkinson é comum e deve ser avaliado sempre por alguém experiente. Há a possibilidade de introduzir outros medicamentos ou até realizar a cirurgia.
Estou a disposição para maiores informações
grato
Olá , tenho uma tio que há mais ou menos 3 anos descobriu a doença de parckson , mais ele não está respondendo be as medicações mais , tem tido crises por várias vezes aí dia e engasgos , tem sido muito doloroso vê lo assim, fizemos até uma vaquinha solidária aqui onde me oramos pra ver se conseguíamos arcar com os custos da cirurgia , mas n tivemos sussesso . O que o senhor me orienta
Olá , tenho uma tio que há mais ou menos 3 anos descobriu a doença de parkinson , mais ele não está respondendo be as medicações mais , tem tido crises por várias vezes aí dia e engasgos , tem sido muito doloroso vê lo assim, fizemos até uma vaquinha solidária aqui onde me oramos pra ver se conseguíamos arcar com os custos da cirurgia , mas n tivemos sussesso . O que o senhor me orienta
ola Lidiane
a doença de Parkinson não costuma evoluir com engasgos na fase precoce da doença. Acredito ser importante o seu familiar ser avaliado por um neurologista especialista na doença para confirmar o diagnóstico